Conheça as seis mães mais dedicadas do reino animal


Foto: Nexus
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Nada se compara ao amor de uma mãe, e as mães do reino animal não são exceção. Confira as cinco melhores mães não humanas que fazem de tudo para seus filhos, desde colocar “o jantar” na mesa todas as noites até se sacrificarem por eles. Esses filhotes são presenteados com mães singulares e dedicadas que merecem os votos retumbantes de um Feliz Dia das Mães.

Mães elefantes

Foto: Jeff Foott/DCL
Foto: Jeff Foott/DCL

A primeira mãe da nossa lista ganha seu lugar por ter dado à luz os maiores bebês da Terra – estamos falando em média de 200 libras (cerca de 97 kg). Ainda bem que esses bebês gigantes não usam fraldas. As fêmeas dos elefantes também merecem um prêmio por terem passado por uma gravidez de 22 meses. Inicialmente, os filhotes nascem cegos, o que os força a confiar em suas trombas para navegação e descoberta, mas, felizmente, eles vivem em uma sociedade matriarcal.

Uma vez que o bebê nasce, as outras “damas” do rebanho dão uma mãozinha, incluindo avós, irmãs, tias e até primas. Essas babá em tempo integral são chamadas de “mães postiças” ou madrinhas e ajudam em todos os aspectos da criação de bebês elefantes – então, neste caso, é preciso uma manada inteira para criar um elefante.

Mães Coalas

Foto: iStockphoto
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Nunca aceite entrar em uma competição de comida com um coala do sexo feminino, pois ela só come uma coisa: folhas de eucalipto altamente venenosas. Sua faixa digestiva pode tolerar esse tratamento mortal, graças às suas entranhas que são naturalmente embaladas com bactérias especiais que desintoxicam as folhas.

Bebês coalas – não nascem com essas habilidades extraordinárias (para não falar na falta de orelhas, olhos e pelos), mas a mamãe coala vem em socorro do filhos e os ajuda a construir sua tolerância alimentando-os com suas próprias fezes. Pode parecer estranho e até meio repugnante no início mas é esse processo que tornará os pequenos capazes de alimentar-se sozinhos quando adultos

Uma vez que os coalas bebês nascem, eles passam cerca de seis meses dentro da bolsa da mãe, se alimentando de leite e formando as partes de seus corpinhos que ainda faltam definir-se. Mas esta é uma mãe que não perde o sono enquanto se alimenta: a coala dorme cerca de 22 horas por dia – quase 90% da vida dela se passa cochilando.

Mãe jacaré

Foto: Jeff Foott/DCL
Foto: Jeff Foott/DCL

O jacaré fêmea tem que ter uma das gestações “mais verdes” levando o ozônio em consideração. Seu ninho é uma pilha de vegetação apodrecida (a pilha final de compostagem) que produz calor para que ela não tenha que se sentar em seus ovos.

Os cientistas usam termômetros especiais para monitorar o período de incubação de dois meses nesses ninhos, e o calor faz mais do que dar vida a esses bebês.

Se a temperatura é inferior a 88 graus, o bebê é uma menina, mas se for superior a 91 graus, é um menino. Uma vez que os bebês nascem, as mães zelosas os carregam em sua mandíbula para proteção, ajudando-os na água, onde passam seus primeiros anos comendo peixes, insetos, caracóis e crustáceos.

Mãe urso-polar

Jeff Foott/DCL
Foto: Jeff Foott/DCL

Ursos polares do sexo masculino são os reis de uma única noite. Esses “Casanovas” dão às parceiras o ombro frio após o acasalamento, deixando as futuras mamães sozinhas para carregar cerca de 400 libras (quase 200 kg) durante a gravidez. Isso justifica um bebê realmente pesado, mas neste caso, os desejos de fim de noite são encorajados – na verdade, se a fêmea não encontrar comida suficiente para dobrar seu peso, seu corpo vai realmente reabsorver o feto. Parece exagerado? Mas é a vida real.

Depois que ela embolsar todos os quilos necessários, o urso polar tem um dos trabalhos de parto mais fáceis ja registrados. Ela cava uma toca-maternidade (geralmente em um monte de neve), onde ela entra em um estado de hibernação, não come por dois meses e também dorme durante o nascimento do bebê.

Sem as contrações e dores do parto, que tranquilidade, a mamãe ursa dá a luz dormindo. Os recém-nascidos são cegos e desdentados, mas absolutamente e lindos, e geralmente ficam do lado de sua mãe por apenas dois anos antes de serem enviados para o mundo pra viver por conta própria – meio que condensando a infância, a pré-adolescência e a adolescência dez uma vez só.

Mãe guepardo

Foto: Wolfgang Bayer/DCL
Foto: Wolfgang Bayer/DCL

Paciência é uma virtude, especialmente quando se trata de ser uma mãe guepardo. Em qualquer momento de suas vidas em que deem a luz, as fêmeas da espécie geralmente têm quatro a seis filhotes para cuidar, mas essas crianças não nascem com instintos de sobrevivência. Cabe à mãe ensiná-los a caçar suas presas e evitar outros predadores, e esse treinamento pode levar quase dois anos para que eles aprendam e passem a reliazar com sucesso as atividades.

Uma vez que os filhotes aprendem a se virar sozinhos, a mãe começa a criar uma nova família, enquanto seus descendentes deixados para trás formam um grupo de irmãos. Os garotos ficarão juntos por toda a vida, mas as fêmeas deixarão o grupo mais ou menos seis meses depois, já que esses animais tendem a ser solitários e a evitar um ao outro. Aqui não se cutuca a onça com a vara curta.

Mãe orangotango

Getty
Foto: Getty

Os altamente inteligentes orangotangos são a melhor mãe do tipo “faça você mesmo”. Ela passa quase toda a sua vida no alto das árvores, onde constrói um novo ninho todas as noites a partir de galhos e folhagens, formando mais de 30 mil casas em sua vida.

Ela também nunca abandona seus bebês, geralmente amamentando os filhos até que eles atinjam a idade de 6 ou 7 anos – essa é a maior dependência da mãe de qualquer animal na Terra.

Na maioria dos casos, os orangotangos do sexo masculinos só se aproximam para acasalar, e até mesmo os bebês machos se separam mais rapidamente de suas mães do que suas contrapartidas femininas, que muitas vezes ficam mais tempo com elas para aprender habilidades de criação de filhos.


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