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Elefantes separados um do outro unem as trombas em despedida

Os dois elefantes, vítimas da exploração animal, demonstram afeto um pelo outro ao serem separados.

Reprodução/Portal Mulher Contemporânea

O tráfico de marfim e sua aparência exótica tornou os elefantes alvos fáceis para muitos zoológicos e caçadores ao longo da história. Eles não vivem uma vida fácil, especialmente quando são mantidos em cativeiro durante grande parte de suas vidas. Esses animais não podem se aproximar de outros elefantes, não podem pisar na terra fria e úmida, não comem folhas das árvores, nem se banham em lagos ou brincam na lama com as suas crias.

Reprodução/Portal Mulher Contemporânea

Em alguns casos, eles compartilham cativeiro com outros elefantes, mas eventualmente um deles morre ou é separado por circunstâncias de vida. Como é o caso de um elefante que há 11 anos partilhava a sua jaula com outro elefante, mas foi separado do seu único companheiro, que foi vendido pelo zoológico onde morava.

Outro exemplo é o de Flavia, uma elefanta de 43 anos que morreu recentemente no zoológico de Córdoba, na Espanha, onde chegou com apenas 3 anos de idade. Flavia sofria de depressão por muitos anos devido a viver em cativeiro, além de ser separada de sua mãe.

Para quem não sabe, as fêmeas ficam com a mãe por toda a vida, então separá-las é supor que elas não viverão felizes. Especialmente se eles viverem trancadas.

Embora muitos esforços são feitos por organizações de animais, nenhum é suficiente para deter completamente e rapidamente o abuso sofrido por esses animais, amigos e afetuosos.

Uma foto viral compartilhada pelo utilizador, Soumya Vidyadhar também mostra outro caso, no qual dois elefantes são separados, cada um sendo levado para lugares diferentes.

Eles tocam as suas trombas, um sinal de afeição entre eles, como se dissessem adeus.

Seu sofrimento terminará um dia? Animais como os elefantes pertencem a lugares naturais e abertos, onde podem viver e crescer com sua família e outros da sua espécie. Não atrás das grades, pisando em cimento e sendo maltratado para se comportar de uma determinada maneira.

Fonte: Mulher Contemporânea

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