Washington proíbe circo famoso de usar animais em suas apresentações


Foto: Pixabay

O Garden Bros. Circus é um popular circo que tem 100 anos de estrada. Na rota de sua atual turnê, estava a capital dos Estados Unidos – Washington.

A Garden Bros. anunciou que seu show incluiria elefantes, camelos cavalaos – crianças poderiam montassem em qualquer um deles.

No entanto, a DC Health negou ao grupo o ‘Exotic Animal Permit’, o que significa que seus shows programados poderiam continuar, mas apenas com artistas humanos .

O bem-estar animalfoi a razão da negativa. A PETA denunciou que trabalhadores do circo bateram na cara de um elefante com um anzol, chicotearam uma lhama e forçavam os elefantes mancos a fazerem truques e dar carona. O circo também teria negligenciado a prestação de cuidados veterinários aos animais feridos. As informações são do LiveKindly.

Vários locais nos Estados Unidos cancelaram a aprentação do circo após tomarem conhecimento sobre seus padrões de bem-estar animal, incluindo Lancaster, Califórnia, Walpole e Massachusetts.

O Centro de Convenções de Greenville, na Carolina do Sul, se comprometeu a proibir a Garden Bros. de se apresentar, assim como todos os outros circos que envolvem animais.

Foto: Stock

Proibições

A cada dia, mais e mais pessoas optam por boicotar entretenimentos que exploram e abusam de animais animal. Essa mudança está motivando muitos governos a agir.

Na última quarta-feira (27), Madri (Espanha) proibiu o uso de animais selvagens em circos. O grupo de esquerda ao qual pertence também a prefeita, Manuela Carmen, Ahora Madrid (“Madri agora”), mais os socialistas e os representantes eleitos do partido Ciudadanos votaram a favor do texto. Os conservadores do Partido do Povo votaram contra.

Las Palmas também proibiu a prática, assim como Nova York e Havaí.

“Quando não estão em performance, os elefantes são acorrentados ou confinados a pequenas jaulas e os leões e tigres são mantidos em gaiolas de transporte onde quase não dá para se mexerem”, continuou Block, acrescentando que os animais frequentemente recebem cuidados inadequados, assim como alimentação precária”, disse Kitty Block, presidente e CEO da Humane Society dos Estados Unidos (HSUS) após as decisões.


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