“Você não pode ser feminista se come ovos”, diz anúncio em ônibus


Foto: PETA

Os anúncios estão fixados em seis veículos de Oberlin, incluindo o Conector Oberlin e ainda dizem: “Ovos e laticínios são um produto do abuso de fêmeas”.

“Oberlin é um reduto de realizações femininas e ativismo progressivo, o que torna o local perfeito para desencadear uma conversa sobre a misoginia evidente das indústrias de ovos e laticínios”, disse a presidente da PETA, Ingrid Newkirk, em um comunicado.

“As fêmeas são exploradas sexualmente para que os seres humanos possam beber seu leite e roubar seus ovos, e os anúncios da PETA encorajam as pessoas a ajudar a acabar com essa opressão, deixando de comer ovos e mudando para o consumo de leites e queijos veganos”. As informações são do Plant Based News.

Campanha em vídeo

Além dos anúncios, um vídeo também foi lançado pela PETA expondo a exploração sexual das fêmeas nas indústrias e dizendo que “as feministas que usam ovos e produtos lácteos”, que vêm de indústrias que exploram os sistemas reprodutivos femininos, são culpadas pelo especismo”.

“Os produtores de leite mantêm as vacas quase sempre grávidas inseminando-as à força – o que é feito empurrando instrumentos em suas vaginas enquanto eles estão presos em um dispositivo que os especialistas da indústria chamam de ‘estupro'”, acrescenta PETA.

“Os amados bezerros das vacas são retirados deles logo após o nascimento, para que, em um ato perverso, o leite de suas mães possa ser vendido para consumo humano”.

A indústria

Investigações em todo o mundo já revelaram os horrores que acontecem em fazendas leiteiras e em granjas.

Vacas são criadas em currais minúsculos e mantidas constantemente em estado de prenhes. Quando realmente dão à luz a seus filhotes, se estes são machos, eles são descartados com poucas horas de vida ou vendidos para matadouros. Mães e filhos sequer se conhecem e o leite produzido para bezerros, é consumido por humanos.

Com as galinhas poedeiras a realidade não é melhor – elas vivem em gaiolas apertadas, sujas e superlotadas em galpões sem iluminação enquanto foram ‘úteis’. Após isso são assassinadas cruelmente também para consumo humano.


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