África do Sul reduz 25% das mortes de rinocerontes por caçadores

16/02/2019


Pixabay

A África do Sul fechou 2018 com uma redução de 25% no número de rinocerontes mortos pela caça, apesar da ameaça ainda ser muito grande para esta espécie, advertiu o WWF (Fundo Mundial para a Natureza) essa semana.

As mortes passaram de 1.028 em 2017 para 769 no ano passado, o que representa uma melhora com relação à tendência da última década, na qual as mortes vinham em geral aumentando ou registrando apenas pequenas diminuições. É a primeira vez em cinco anos que o número de exemplares mortos fica abaixo de mil.

O Parque Nacional Kruger — uma dos principais reservas naturais do continente africano e lar da maior parte da população de rinocerontes do país — foi novamente o espaço mais castigado, com 421 animais perdidos para a caça.

“A crise para os rinocerontes está longe de terminar e é importante considerar o número de rinocerontes que ficam com vida tanto como as perdas pela caça”, afirmou hoje o WWF em comunicado.

A organização advertiu também que, embora as mortes dos rinocerontes tenha diminuído, aumentaram as dos elefantes em lugares como o Kruger. O WWF elogiou o aumento das detenções de caçadores, mas alertou também que estes grupos se comportam como redes de crime organizado e que a “corrupção” mina a luta contra elas.

Os dados sobre as mortes de rinocerontes foram divulgados ontem pelo Ministério de Assuntos Ambientais da África do Sul, país que tem a maior colônia destes mamíferos do mundo. A nação possui 20 mil exemplares, contando os números dos brancos e dos negros (catalogadas em risco de extinção e vulnerável, respectivamente) e suas reservas são usadas para repovoar outras paisagens africanas onde estes animais praticamente desapareceram.

A África do Sul vem lutando contra um grave aumento da caça desde 2008 — em 2007 só 13 animais foram mortos – que, para as reservas naturais de todo o país, significa, por exemplo, incrementos de até 50% em gastos com segurança. Os caçadores buscam os chifres, que são vendidos principalmente nos mercados asiáticos — onde acredita-se que tenham propriedades curativas e afrodisíacas – por preços superiores aos do ouro.

Fonte: R7


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