Cerca de 200 cães serão resgatados do comércio de carnes na Coreia do Sul

14/02/2019


Moon Jae-in, presidente do país, já adotou um cãozinho resgatado para incentivar o amor e a empatia por esses animais, como forma de acabar com tamanha crueldade.

Uma operação de resgate de duas semanas começou ontem (13) pelo grupo de proteção animal Humane Society International (HSI) e vai salvar cerca de 200 cães em uma fazenda de no condado de Hongseong, a 150 quilômetros ao sul de Seul.

Os cães serão então enviados para o Canadá e os Estados Unidos para o rehoming.

“Esses cães não são diferentes de qualquer outro cão depois de receberem um carinho que merecem e que precisam”, disse Kelly O’Meara, autoridade da HSI, à AFP.

A fazenda foi o 14º complexo fechado pelo grupo desde 2015.

A organização disse que resgatou cerca de 1.600 cães durante esse período, com os agricultores dando apoio para passar para outras linhas de trabalho. Um transformou seu negócio de carne de cachorro em uma fazenda de mirtilo.

Lee Sang-gu, dono da fazenda Hongseong, disse que decidiu mudar seu negócio porque “não era mais lucrativo”, notando que até mesmo seus familiares eram contra comer cachorro. As informações são do Daily Mail.

O maior complexo de matadouros caninos do país na cidade de Seongnam, ao sul de Seul, foi desmantelado em novembro. Ativistas encontraram equipamentos de eletrocussão e uma pilha de cães mortos abandonados no chão.

O comércio                  

Cerca de um milhão de cães são comidos por ano na Coreia do Sul mas a tradição ganhou críticas no exterior e diminuiu à medida que a nação cada vez mais abraça a ideia de cães como animais domésticos e não uma refeição.

Segundo uma pesquisa realizada em 2017, 70% dos sul-coreanos não comem cachorro e cerca de 40% – acreditam que a prática deveria ser proibida.

Também foi constatado 65% apoiam a criação e o abate de cães em condições mais humanas.

Legislação

Não há leis sobre como tratar ou abater os cães para consumo humano na Coreia do Sul. Embora os agricultores tenham pedido que Seul inclua os animais sob os regulamentos de bem-estar animal, grupos de defesa dos direitos animais se opõem a fazê-lo, buscando a proibição completa.


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