Instituição fundada pela rainha Elizabeth bane o pelo de cabra de suas coleções


A PETA realizou uma investigação que combateu a produção de mohair na África do Sul, fonte de mais de 50% do produto no mundo, revelando os horrores naquelas fazendas.

Foto: PETA

Após a divulgação, diversas marcar abandonaram o uso do tecido feito à base de pelo de cabra, como a Topshop, H & M, Gap, Anthropologie, ASOS, Diane Von Furstenberg, Banana Republic e Zara.

Agora é a vez da Royal Collection Trust, uma instituição beneficente britânica fundada em 1993 pela Rainha Elizabeth II sob a presidência de Charles, prometer deixar de lado o uso produto após assistir as terríveis imagens.

Segundo o Plant Based News, uma solicitação foi feita ao príncipe de Gales pela própria instituição para que o mohair fossem removido das coleções.

Foto: PETA

Após o apelo, a Trust disse: “As lojas da Royal Collection Trust não venderão mais ursinhos de pelúcia ou quaisquer outros itens que tenham sido fabricados a partir de mohair e exploraremos fontes alternativas para futuros produtos”.

A investigação da PETA

Durante janeiro e fevereiro de 2017, investigadores visitaram 12 fazendas na África do Sul e descobriram uma série de abusos, incluindo trabalhadores arrastando cabras pelos chifres e pernas e levantando-as do chão pela cauda, ​​o que poderia quebrar suas espinhas.

Além disso, de acordo com a PETA, testemunhas oculares viram as orelhas de cabra sendo mutiladas com alicates, deixando-as gritando de dor.

“Os tosquiadores – que são pagos em volume, não por hora – trabalhavam rápida e descuidadamente, deixando as cabras cortadas e sangrando. Os trabalhadores costuravam-nas grosseiramente sem dar nenhum alívio à dor”, disse a instituição de caridade.

A investigação também destacou as maneiras pelas quais os animais que não tinham mais serventia eram abatidos, dizendo: “Em uma fazenda, um trabalhador cortou lentamente a garganta das cabras totalmente conscientes com uma faca cega e quebrou o pescoço, cortando a cabeça de um animal”.


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