Vídeo alerta sobre os traumas causados em animais explorados em laboratórios


A organização internacional Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA, sigla em inglês), lançou um vídeo que mostra um urso de pelúcia enfrentando procedimentos experimentais, com o intuito de alertar sobre a maneira cruel em que são tratados os animais explorados por laboratório.

Em seu site, a organização explica que os vídeos investigativos sobre experimentos em laboratório com animais reais, postados em sites de streaming ou plataformas de mídias sociais, costumam ser censurados por conterem “conteúdo explícito”.

Então, a ONG teve a ideia de se unir ao grupo de estratégia criativa global VMLY & R para criar um novo vídeo que os ajudassem a vencer os censores que bloqueavam seus conteúdos e atrapalhavam seus esforços para expor os abusos gerados pelos laboratórios, onde animais são infectados com doenças, viciados em drogas, envenenados, dissecados e mortos. O novo vídeo da PETA evita censuras por colocar um ursinho de pelúcia no lugar de um animal real.

“As imagens reais onde cães, macacos e ratos sofrem enquanto são cortados, envenenados, queimados e depois mortos em experimentos são muito fortes para serem vistas e difíceis de entrar nas redes sociais”, diz o vice-presidente de Investigações de Laboratórios da PETA, Alka Chandna, Ph.D.

“O novo vídeo da PETA permite que o espectador se sensibilize com os milhões de animais que sofrem em laboratórios, quando há métodos superiores que não envolvam animais e que poderiam ser usados no lugar.”

Anúncio da PETA com uma imagem de ursinho que passou por experimentos de laboratório.
Foto: PETA

De acordo com um relato do National Institutes of Health (NIH), drogas que se provam seguras e eficazes em experimentos com animais, falham em humanos 95% das vezes por serem perigosas ou por não funcionarem.

A PETA planeja usar a nova campanha para exigir que o NIH pare de conceder quase metade de sua doação para experiências ineficazes que estão matando os animais, além das pessoas que morrem enquanto esperam por tratamentos ou cura.

Algumas dessas “pesquisas” incluem injetar macacos com cocaína , perfurar os intestinos de camundongos e propositadamente criar cães para desenvolver uma distrofia muscular canina incapacitante .


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