Curso de medicina ainda utiliza porcos para atividades práticas no Missouri (EUA)


A Universidade do Missouri (MU), nos Estados Unidos, foi criticada pelo Comitê de Médicos pela Medicina Responsável (PCRM) por utilizar porcos em atividades práticas do curso de medicina oferecido.

Como parte da residência em medicina de emergência dos alunos, os animais são submetidos à procedimentos que envolvem o corte de garganta, tórax e cavidades abdominais.

Os porcos também são submetidos à agulhas e tubos colocados em seus corpos, e podem passar por cirurgias cardíacas. Uma vez que esses procedimentos são concluídos, todos os animais sobreviventes são mortos.

O comitê realizou uma petição, pedindo para que a MU pare de matar porcos e encontre outras maneiras para realizar as residências.

A Universidade do Missouri (MU) foi criticada por métodos ultrapassados que envolvem porcos e os destinam à morte (Foto: Pixabay)

De acordo com uma pesquisa de programas de residência em medicina de emergência nos Estados Unidos e no Canadá, 95% dos programas utilizados possuem somente métodos de treinamento não relacionados a animais e com relevância humana para seus alunos.

Em casos semelhantes, o comitê também agiu contra atividades do Baystate Medical Center, em Massachusetts, expondo outdoors perguntando por que estavam “preso no passado” e ainda usava porcos em suas pesquisas e treinamentos.

A organização também influenciou na decisão da Western Michigan University de parar de usar animais vivos em seu treinamento.


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