Maior macaco das Américas corre risco de extinção


A jornada em busca dos muriquis começa cedo. O destino é o Parque Estadual Carlos Botelho, em São Miguel Arcanjo (SP). O local é um dos mais importantes refúgios de vida selvagem na região sudeste de São Paulo. Também guarda um pouco da rica flora da Mata Atlântica.

O macaco muriqui habita o Parque Estadual Carlos Botelho, em São Miguel Arcanjo (SP), um dos maiores refúgios de vida selvagem no sudeste de São Paulo.
(Foto: Reprodução)

Para saber onde os muriquis costumam ficar e do que se alimentam, a equipe de biólogos do Instituto Pró-Muriqui marca alguns troncos de árvores com fitas para ajudar na localização. São mais de 15 mil árvores já sinalizadas.

Depois de mais de uma hora de trilha, de longe, os primeiros muriquis são vistos ainda dormindo. O maior macaco das Américas só é encontrado na Mata Atlântica. Ele é um dos mais mansos, característica que tem a ver com o seu nome. Muriqui em tupi quer dizer povo tranquilo da floresta.

Eles vivem de 20 a 25 anos e correm risco de extinção. Se nada for feito, em 50 anos eles podem desaparecer. A caça e o desmatamento são as maiores ameaças. No parque, os biólogos do instituto já identificaram cerca de mil muriquis.

O muriqui, também chamado de mono carvoeiro, é de grande importância para a floresta. No deslocamento, ajuda a conservar inúmeras espécies de plantas.

Fonte: G1


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