Pesquisa revela novas oportunidades para salvar orangotangos da extinção


Um estudo recente da Universidade de Cardiff expôs novas oportunidades de conservação para os orangotangos, atualmente ameaçados de extinção. As respostas foram obtidas de pesquisas que analisaram os milhares de anos de impacto humano sobre a vida animal.

Um estudo recente da Universidade de Cardiff expôs novas oportunidades de conservação para os orangotangos, atualmente ameaçados de extinção.
Foto: Reprodução/Will Burrard-Lucas

Mike Bruford, professor da Universidade de Cardiff, disse: “Esta pesquisa oferece novas esperanças de como podemos salvar o orangotango da extinção.”

No entanto, ele explicou que o estudo continuado e uma abordagem multifacetada para os esforços de conservação estão em ordem.

O ponto central da pesquisa foi a observação de até 70.000 anos de impacto humano sobre os orangotangos, bem como análises genéticas e comportamentais.

A principal autora do estudo, a professora Stephanie Spehar, disse: “Nossa síntese de evidências fósseis, arqueológicas, genéticas e comportamentais indica que as interações de longo prazo com os seres humanos moldaram os orangotangos de maneiras bastante profundas”.

Anteriormente pensava-se que os animais era exclusivamente moradores de árvores, porém novas evidências sugerem mais flexibilidade.

A descoberta de restos mortais na China, Tailândia e Vietnã indica que os orangotangos já viveram, e ainda podem se adaptar, em ambientes muito além de seus habitats atuais de Bornéu e Sumatra.

Embora se acreditasse que fatores como a disponibilidade de frutas limitavam os animais a esses ambientes, as evidências atuais sugerem que os seres humanos foram mais responsáveis pela concentração geográfica.

A pesquisa também revelou que os orangotangos, que anteriormente eram considerados seres exclusivamente arborícolas, em alguns casos passam um tempo significativo na terra.

São dados como este que sugerem que ângulos alternativos devem ser tomados para proteger a espécie, como foi prescrito por Bruford.

O pesquisador disse: “Só levando essas novas descobertas em conta teremos uma chance de impedir que esse animal incrivelmente importante seja eliminado”.


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