Guardas florestais são presos por acusações de caça a rinoceronte


De acordo com os Parques Nacionais da África do Sul (SANParks), dois guardas florestais suspeitos de estarem envolvidos com a caça de rinocerontes foram presos nesta semana.

A espécie escolhida para a caça dos guardas florestais, que deveriam protegê-lo, beira a extinção.
A espécie caçada pelos guardas florestais, que deveriam protegê-lo, beira a extinção. Foto: Reprodução.

Os suspeitos, que foram detidos após uma intensa investigação realizada pela Unidade de Investigação Criminal Ambiental do SANParks e pelo SAPS (South African Police Service), teriam atirado e arrancado os chifres de um rinoceronte branco em maio de 2018.

“Temos uma tolerância zero em relação à corrupção e criminalidade dentro de nossa equipe e estamos muito desapontados com alguns de nossos membros que traem a confiança de todos os sul-africanos e amantes da natureza”, disse Glenn Phillips, diretor executivo do Parque Nacional Kruger (KNP) em um comunicado.

“Queremos alertar os outros que estamos indo atrás de vocês”, pontuou Phillips acerca de outros funcionários que também são suspeitos de estarem envolvidos com o assassinato de rinocerontes para o tráfico de marfim.

Enquanto isso, outros três caçadores também foram presos na segunda-feira por guardas florestais, que, apoiado pelas equipes de reação K9 e Airwing, vinham seguindo pistas suspeitas há algum tempo.

Os suspeitos estavam de posse de um rifle de caça de alto calibre, equipamento de caça furtiva e munição no momento da prisão.

Todos os supostos caçadores estarão sujeitos a acusações relacionadas à caça em um parque nacional.


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