Cão passa por cirurgia após ter 45% da pele dilacerada por objeto cortante


Um cachorro passou por cirurgia após ter sido socorrido em Caratinga (MG) com aproximadamente 45% da pele dilacerada. De acordo com as informações do hospital veterinário, o pinscher, de aproximadamente três anos, foi socorrido por três mulheres que o encontraram andando próximo a uma creche no Bairro Nossa Aparecida com a pele acima da cintura removida.

(Foto: Glauciane Neves/Arquivo Pessoal)

Segundo o hospital, as mulheres que socorrem o animal o levaram para uma clínica veterinária. Um homem de 32 anos se apresentou à polícia alegando ser tutor do cachorro, que se chama Baruk. O homem informou à polícia que havia soltado o cão na rua para ele fazer as necessidades fisiológicas e o animal teria desaparecido, sendo encontrado horas depois já na clínica.

De acordo com a coordenadora do Hospital Veterinário Joaquim Felício, Glauciane Neves, o animal passou por cirurgia e no momento está internado em estado estável.

“Ele chegou aqui por volta das 7h30 da manhã. Ele estava consciente, porém trêmulo e com muitas dores. A pele acima da região da cintura foi dilacerada por um objeto bem cortante, um bisturi ou faca. Foi constatado que ele precisaria passar por cirurgia, que durou cerca de 3h. Foram dados mais de 100 pontos, mas ainda está correndo o risco da pele ser rejeitada, porque ficou muito tempo para ser atendido, então ainda pode necrosar. Nós estamos fazendo uma campanha para custear as despesas dele no hospital; no momento ele está anestesiado e estável, mas segue internado sem previsão de alta”, afirma.

A Polícia Civil de Caratinga instaurou um inquérito para investigar o crime. A prática de maus-tratos contra animais silvestres e domésticos é considerada crime passivo de multa e detenção.

Nota da Redação: a ANDA recomenda aos tutores que não permitam que animais, sejam cães ou gatos, tenham acesso à rua. É importante que eles passeiem apenas na companhia de um responsável, devido aos riscos aos quais são expostos. Na rua, eles podem ser agredidos, maltratados, envenenados, atropelados e também têm a chance de contraírem doenças e, caso não sejam castrados, de se reproduzir e, em muitos casos, condenar filhotes a nascer em situação de abandono.

Fonte: G1


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