Responsáveis por caça e tráfico de animais silvestres são presos no Pará


A Operação Jaguaruna, que tem o objetivo de combater a caça e o tráfico de animais silvestres, resultou na prisão de dois caçadores por posse de munição de uso permitido e caça. Os homens, que não tiveram as identidades reveladas, irão responder pelos crimes de caça de animais silvestres ameaçados de extinção e receptação. De acordo com a polícia, os infratores tinham consciência de que realizavam atos criminosos. Eles podem ser penalizados com mais de oito anos de prisão.

As prisões ocorreram após investigações terem levado a Polícia Federal a encontrar, em 2016, restos mortais de aproximadamente 19 onças de diferentes espécies dentro de um freezer no município de Curionópolis, no estado do Pará.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

A onça-pintada é o foco operação. Isso porque a espécie está ameaçada de extinção.

Além da cidade de Curionópolis, mandatos de busca e apreensão também foram executados em Parauapebas, no Pará. Já no estado do Mato Grosso, a ação ocorreu na cidade de Nobre. As informações são do portal G1.

Os restos mortais das onças foram analisados pelo Instituto Renato Chaves, que emitiu laudo pericial. As investigações concluíram que partes dos corpos dos animais, como cabeça, patas e pele, foram extraídos de forma precisa, o que indica que seriam utilizados como troféus de caça.


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