Poluição: leão-marinho com náilon no pescoço é salvo


Um leão-marinho preso a uma corda de náilon foi salvo por uma equipe de resgate animal em Vancouver, no Canadá.  A corda estava enrolada no pescoço do animal que ficou gravemente ferido, outros leões-marinhos também foram salvos. A poluição dos oceanos é a maior causa de morte de animais marinhos no mundo.

Em uma ação conjunta, os agentes do Centro de Resgate de Animais Marinhos de Vancouver e resgataram os animais feridos por objetos de pesca lançados no mar. Além do animal ferido com náilon, outros da mesma espécie foram vistos com ferimentos. Foi necessário o uso de sedativos para ajudar a salvar os animais. No entanto, um animal foi rápido demais para as equipes de resgate e se lançou nas águas antes que as equipes pudessem se aproximar para ajudar.

O leão marinho estava sendo sufocado com uma corda de pesca no pescoço.
O animal estava sufocado com uma corda de pesca no pescoço. (Foto: Reprodução)

“Estamos felizes por termos conseguido salvar a fêmea. A corda estava cortando profundamente e ela estava sofrendo muito e acabaria morrendo”, disse o veterinário-chefe Martin Haulena no Centro de Resgate de Animais Marinhos de Vancouver.

Veja abaixo o vídeo em inglês e sem legendas:

A ação foi autorizada pelo Departamento de Pesca e Oceanos do Canadá, e ocorreu no último sábado perto da baía Fanny, na ilha de Vancouver. Imagens mostram a equipe puxando o leão-marinho para perto do barco, permitindo que o veterinário desça e retire a corda de náilon enquanto o animal permanece na água.

“Eles geralmente se curam muito bem quando são cortados dos destroços”, disse a porta-voz Deana Lancaster. Alguns animais, no entanto, manterão algumas cicatrizes, dependendo de quão profundo a rede ou corda atinge a carne do animal.

Casos de animais marinhos que sofrem com descarte de lixo no mar são muito frequentes, no ano anterior uma foca foi resgatada com um frisbee preso no pescoço. Além do risco de morte, o animal também foi rejeitado por outros integrantes de sua espécie por não conseguirem identificar a foca. O animal resistiu aos graves ferimentos após um tratamento em um centro de reabilitação na Inglaterra.

Os resgates exigem condições ideais de clima e mar que permitem que as equipes se aproximem do animal enquanto ele permanece na água. A corda de náilon recuperada na ação será analisada em laboratório com o uso de infravermelho para determinar o tipo de plástico e possivelmente identificar de onde veio.


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