Concurso: estudante recebe U$ 14 mil por criar ovos veganos


Crédito: Hannah Chisholm
A estudante Hannah Chisholm, do Canadá, ficou o primeiro lugar no concurso 100 Seeds Atlantic. Crédito: Hannah Chisholm

Uma estudante de 21 anos da St Francis Xavier recebeu U$ 14 mil por ter criado ovos veganos.

A estudante Hannah Chisholm, do Canadá, ficou o primeiro lugar no concurso 100 Seeds Atlantic, recebendo US$ 10 mil pela criação da empresa de Eggcitables, que produz alternativas veganas aos ovos.

Ela recebeu mais US$ 4 mil durante o concurso de Plano de Negócios da BMO Apex, na Universidade de New Brunswick (Canadá).

Chisholm, que planeja lançar o produto depois de se formar em maio, disse que os ovos veganos são feito de ingredientes simples para serem consumidos por aqueles com preferências ou restrições dietéticas especiais.

Os ingredientes do produto incluem farinha de grão de bico e sal preto, que é o que dá ao produto o sabor e o aroma do ovo.

Ela acrescentou: “O Eggcitables não é só livre de ovos e outros produtos de origem animal, mas estamos desenvolvendo o produto para ser livre de todos os oito alérgenos mais comuns, incluindo o glúten”.

Chisholm optou por comercializar seu produto rotulado como vegano, porque reconhece a demanda de produtos veganos – e que essa demanda conduz a inovação de alimentos vegetais.

“Como alguém que é alérgica a leite, eu cheguei a testemunhar o crescimento do mercado de produtos lácteos alternativos”, disse ela.

“Quando eu era mais jovem, eu só podia beber leite em pó para bebês com meu cereal, mas agora eu posso desfrutar de queijos, sorvetes, iogurtes e muito mais graças ao aumento da demanda por produtos veganos”.

Chisholm planeja manter Eggcitables um passo à frente da concorrência, fazendo um produto versátil, que pode ser cozido ou assado, e que também é altamente nutritivo.

“Eggcitables tem muito mais proteína em comparação aos seus concorrentes, e tem um prazo de validade alongado porque vem em forma de pó”.

Embora a ideia para o produto de Chisholm tenha surgido originalmente devido a suas próprias alergias, ela se dedica à transição para um estilo de vida vegano.

Ela também abordou o estigma e a controvérsia em relação às alternativas aos produtos de origem animal, dizendo: “Documentários, pesquisas e a imprensa podem ser utilizados para ajudar a educar as pessoas sobre o valor real da transição para uma dieta à base de plantas. ”

Ela acrescentou: “As pessoas não só podem se beneficiar com relação à saúde ao incorporar mais alimentos vegetais em sua dieta, mas há muitas pesquisas sobre as vantagens sustentáveis, ambientais e sociais por trás do movimento do veganismo. Quanto mais falarmos, menor será o estigma”.


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