Filhote de gato é adotado após ser encontrado dentro de motor de carro


Faísca encontrou um lar junto a sargento Claudineia (Foto: TV Anhanguera/Reprodução )

A sargento do Corpo de Bombeiros Claudineia Rego Barros resolveu adotar um filhote de gato depois que o animal foi encontrado dentro do motor de um carro. O veículo estava no estacionamento da Defensoria Pública, na avenida Theotônio Segurado, em Palmas. Quando o motorista ia sair, escutou o miado do bicho e chamou o resgate.

“Ele estava todo carente por não estar no habitat dele. Eu gostei dele porque é muito mansinho e fofinho. É uma ação social estar acolhendo um animalzinho”, diz.

O filhote recebeu o nome de Faísca e se tornou companhia de outro gato, o Xande. No começo se estranharam, mas agora convivem numa boa. “Eles estão se adaptando, mas é até divertido essa briguinha deles, faz parte da natureza animal”, comenta.

A professora Carolina Souza assistiu o resgate do gatinho. Ela é apaixonada por animais. A mulher conta que ficou impressionada com a preocupação do dono da caminhonete em salvar o gatinho.

“Ele estava com celular na mão, de um lado para o outro, ligando. Disse que tinha um gato dentro do carro e não podia sair porque senão ia matar o animal, mas tinha um compromisso e já estava atrasado. Daí foi quando o Corpo de Bombeiro chegou e entrou embaixo do veículo, tentaram tirar por lá, jogaram água. Demorou ums 15 minutos para tirar o animal”, conta.

No dia 26 do dezembro do ano passado outro gatinho já tinha sido resgatado pelo Corpo de Bombeiros. O animal estava dentro de um bueiro em Araguaína. Um menino ouviu o miado e pediu ajuda. O gato também foi adotado e recebeu o nome de Vitório.

O veterinário Felipe Lemos explica que é comum os felinos buscarem esconderijos pequenos e quentes. “Um comportamento natural da espécie. Gostam de tocas. Se sentem confortáveis em lugares apertados e isso chega a ser um mecanismo de defesa do próprio animal quando se sente como muito medo ou forte estresse, o que geralmente acontece com gatos abandonados”, explica.

Fonte: G1


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