Pássaros entram em pânico ao serem torturados em experimentos


Isso ocorreu na Tufts University e na Yale University, ambas localizadas nos Estados Unidos, que torturam os animais em experimentos cujos resultados não podem ser aplicados a humanos ou até mesmo a outras espécies de aves.

Foto: PETA

A experimentadora Christine Lattin atormenta os animais nestes procedimentos desde 2008, aprisionando-os em uma sacola de pano, rolando-os em um carrinho (uma experiência desorientadora e aterrorizante para os animais apavorados) e prendendo-os de 30 minutos a uma hora, quatro vezes por dia.

Alguns pássaros foram alimentados com petróleo bruto e outros tiveram as pernas feridas. Eles não receberam nenhum alívio para a dor.

Após semanas e, às vezes, meses de abusos contínuos, eles são mortos. Os experimentos não são apenas extremamente cruéis, mas também são inúteis, já que importantes diferenças fisiológicas entre as espécies impossibilitam a aplicação dos resultados aos seres humanos ou a outras aves.

Segundo ativistas, Lattin têm feito hora extra para que  a crueldade que perpetua não seja exposta ao público. A PETA apresentou uma queixa ao promotor do distrito em Massachusetts (o estado em que Lattin começou suas experiências), pressionando para que acusações de crueldade sejam feitas contra Lattin, que traumatiza e mata animais, informou a organização em seu site.


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