Epilepsia canina: saiba o que é e como tratar

Durante a crise convulsiva, o animal se apresenta descontrolado; como qualquer doença crônica, a epilepsia exige cuidado e atenção do guardião.

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29/11/2017 às 18:00
Por Redação

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Bruce toma remédios para controlar a doença há um ano e meio. (Foto: Silvana dos anjos / Arquivo Pessoal)

Existem inúmeras doenças que preocupam tanto aos seres humanos quanto os seus animais domésticos. Uma delas é a epilepsia. Os cães que sofrem com a doença necessitam de uma atenção especial.

A funcionária pública, Silvana dos Anjos, é tutora de um pug de três anos e sabe bem o que é ter em uma casa um cãozinho epilético.

“Bruce toma remédios para controlar a doença há um ano e meio. Como foi diagnosticado e medicado no início, foram poucos os ataques, comigo uns três, inclusive um por euforia, quando cheguei de viagem ele pulava em mim e corria tão alegre que chegou a desmaiar”.

Como identificar e o que fazer?

Segundo a médica veterinária Camila Rodrigues Lacerda, a epilepsia é causada, basicamente, por descargas elétricas no cérebro, “o que faz com que o animal perca a coordenação ou o controle de seus movimentos, fazendo com que o animal tenha crises epiléticas”.

Para identificar a doença, os tutores precisam ficar atentos ao comportamento do animal, como explica a veterinária: “A doença pode ser tanto genética, quanto adquirida, que surge como sequela de algum incidente ou outro problema de saúde, como traumatismos cranianos e casos de intoxicação grave”.

Independente da causa e a origem, a veterinária explica que os sintomas da epilepsia em cães podem se manifestar em vários níveis, desde pequenos espasmos e comportamentos estranhos, até ataques fortes com convulsão.

“Ao contrário do que é feito com seres humanos, quando seu animal tiver uma convulsão não é preciso segurar o animal. Basta esperar o ataque cessar naturalmente e tomar cuidado para que ele não se machuque com os objetos ao redor dele. É preciso manter a calma e paciência até que o animal recobre seu estado normal, já que, nas crises convulsivas, o animal tende a ficar bastante confuso por algum tempo e pode até mesmo não reconhecer seu próprio tutor”, ressalta a Camila Rodrigues.

Fonte: G1

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