Prefeitura prepara bloco cirúrgico para castrar capivaras da Pampulha (MG)


As capivaras que vivem no entorno da Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), começarão a ser atraídas hoje (31) para que posteriormente sejam castradas, segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Os mobiliários necessários para fazer a esterilização das capivaras também começarão a ser transportados.

Plano de manejo depende de autorização do Ibama (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)

Os trabalhos de dedetização da área externa, capina e limpeza de contêineres onde serão realizadas as cirurgias já foram iniciados. As medidas estão sendo tomadas por causa da febre maculosa. Doença em que a capivara não é a vilã, já que não tem responsabilidade pela transmissão da doença, sendo apenas a hospedeira. O carrapato-estrela é quem transmite a febre maculosa.

Além de castrar as capivaras, será aplicada nelas uma substância para eliminação do carrapato-estrela. O manejo das capivaras, realizado pela prefeitura, custará R$ 500 mil.

Após serem atraídas por alimentos oferecidos a elas, as capivaras serão levadas para uma área de contenção no Parque Ecológico da Pampulha, na orla da lagoa, onde serão sedadas, anestesiadas e transferidas para um bloco cirúrgico dentro das dependências da unidade de conservação. Após a cirurgia e aplicação do carrapaticida, as capivaras receberão, no pós-operatório, medicação para dor e antibióticos. Quando estiverem recuperadas, retornarão à orla. As informações são do portal EM.

Para que o manejo seja realizado é necessário um termo de referência e licença para o monitoramento e controle dos animais silvestres, documento emitido pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A documentação, segundo o órgão, está em fase de análise e, assim que estiver finalizada, será encaminhada para a administração municipal. O Ibama afirmou não ter um prazo para entrega dos documentos.


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