Cientistas descobrem nova ameaça à camada de ozônio


 

Camada de ozônio
Foto: Reprodução, Youtube

Na década de 1980, cientistas descobriram que determinados químicos tinham feito um “buraco” na camada de ozônio da Terra, que nos protege da radiação ultravioleta do sol.

Diversos países promulgaram o Protocolo de Montreal, que foi feito para eliminar substâncias químicas nocivas como clorofluorocarbonos e hidrofluorocarbonos. Desde então, os satélites que monitoram o buraco de ozônio não viram nenhuma evidência de recuperação, segundo o Aol.

Isso pode ter ocorrido devido às condições atmosféricas. Um estudo de 2013 da NASA descobriu que o calor e o vento na estratosfera terrestre alteram o tamanho médio do buraco de ozônio a cada ano. Em 2016, por exemplo, cientistas da NASA determinaram que as flutuações ocorreram devido a alta temperatura da estratosfera.

Alguns pesquisadores argumentam que a camada de ozônio tem enfrentado uma nova ameaça de substâncias nocivas que não são reguladas pelo Protocolo de Montreal. Elas são utilizadas de diversas maneiras e, anteriormente, acreditava-se que se degradavam antes de alcançarem a estratosfera.

No entanto, um estudo recente descobriu que há mais delas na atmosfera do que o esperado. Os níveis de diclorometano, por exemplo, aumentaram 60% na última década.

Os pesquisadores dizem que é necessário expandir o Protocolo de Montreal para incluir essas substâncias prejudiciais. Até que isso ocorra, os cientistas irão monitorar as flutuações do buraco do ozônio.


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