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Animais com problemas cerebrais são decapitados após serem torturados em testes

Mais de 50 mil animais foram mortos em testes na University of Birmingham (Inglaterra) em 2016, um aumento de 40% em relação a 10 anos atrás

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14/09/2017 às 06:00
Por Redação

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Dois terços dos testes em animais do Reino Unido foram realizados por 10 universidades

Dois terços dos testes em animais do Reino Unido foram realizados por 10 universidades/ Foto: Getty Images/iStockphoto

Camundongos, ratos e peixes estavam entre os animais explorados nas experiências de pesquisa médica. Os animais são abusados para que os cientistas desenvolvam drogas e tecnologias médicas. Eles também são usados em estudos de genes e de funções cerebrais.

Katy Taylor, do grupo de campanha Cruelty Free International, declarou: “Nossas principais universidades devem liderar o caminho para substituir os testes em animais, mas ainda são algumas das maiores usuárias de animais na Grã-Bretanha”.

“O público quer ver mudanças significativas e permanentes para acabar com o uso de animais em laboratórios e ficará horrorizado ao saber que experimentos são realizados em quase 55 mil animais na universidade. Instamos a universidade a liderar um exemplo e a realizar um esforço claro e planejado para eliminar essa prática terrível, arcaica e desnecessária”, adicionou.

Os números mostram que, em 2007, 39.197 animais foram mortos em testes de laboratório na universidade, mas o número de assassinatos subiu para 54.728 em 2016. Um ano antes, 47.657 animais foram mortos, sendo que 70% deles foram resultado de um programa de reprodução.

Rato explorado em experimentos

Foto: PA

A Birmingham e outras nove universidades foram responsáveis por dois terços das pesquisas em animais do Reino Unido.

Elas foram criticadas no passado por ativistas pelos direitos animais e, em 2016, a Cruelty Free International publicou um pedido de Liberdade de Informação para revelar a extensão dos experimentos realizados, revelou o Birmingham Mail.

Em alguns deles, os ratos foram injetados com ácido que causavam danos cerebrais ou presos em tubos de plástico e forçados a nadar em um cilindro de água por 10 minutos antes de serem decapitados e dissecados.

A universidade alegou que só usa testa em animais quando é absolutamente necessário embora atualmente existam diversas alternativas à crueldade que são mais precisas e confiáveis do que a tortura de outros seres vivos.

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