Nova Zelândia encoraja crianças a matar animais considerados pragas


Uma parte desta guerra flagrante é incentivar os jovens a ferir e matar gambás e outros animais e transformar a crueldade em algo familiar, fazendo com que pais e outros adultos participem desse absurdo.

Família de gambás
Foto: DRK

Algumas pessoas denunciam que atualmente uma série de matanças têm ocorrido. São lições horríveis sobre a crueldade e a falta de compaixão dos seres humanos.

Além disso, há motivos para acreditar que esses abusos terão amplas consequências em longo prazo. A violência pode facilmente gerar mais violência.

Em uma escola, jovens filhotes de gambás foram arrancados da mãe e afogados em um balde de água durante uma caçada anual para arrecadação de dinheiro em South Auckland.

Recentemente, centenas de gansos adultos também foram mortos durante um evento de arrecadação da Drury School e uma testemunha contou que pelo menos uma adolescente estava envolvida no afogamento de bebês gansos, revela o Huffington Post.

Essas situações têm ocorrido em ocasiões corriqueiras no país. Em um projeto de “arte” chamado “A história das galinhas”, o plano da artista era exibir um grupo de galinhas durante 30 dias e, em seguida, assassiná-las publicamente e servi-las ao público. Felizmente, isso não ocorreu e o caso foi denunciado pelo grupo de direitos animais Animal Outreach of Kansas (AOK).

Porém, fica o questionamento de por que esse projeto foi considerado arte e foi aceito? Além disso, vale questionar a autorização para outros projetos de “arte” que causam sofrimento e morte de outros animais.

Alguns exemplos incluem o assassinato de uma galinha na cafeteria da escola, atear fogo em três ratos vivos, a matança e exibição de nove mil borboletas, jogar gatos de escadas entre muitos outros.

Algumas pessoas também aceitam o abuso de animais porque faz parte de algum tipo de plano aprovado, como o objetivo absurdo de exterminar as “pragas” até 2050.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

TAILÂNDIA

ESTUPIDEZ HUMANA

POLUIÇÃO

AUSTRÁLIA

ÓRFÃO

MALDADE


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>