Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens pede ajuda para continuar trabalho


O Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens (RIAS), em Portugal, fez um apelo para que os equipamentos e material usados no local para o resgate de animais sejam renovados.

Andorinhas-dos-beirais e andorinhas-das-chaminés foram últimas aves libertadas (Foto: Divulgação)

“Os meses de verão são sempre os mais atarefados aqui no RIAS. Recebemos centenas de animais num curto espaço de tempo. O desgaste no nosso material é notório e precisamos da vossa ajuda para continuarmos a poder fazer o nosso trabalho”, é o que diz a direção do RIAS em relato divulgado à população. O centro pede que sejam doados “camaroeiros grandes, mangueiras, carrinhos de mão, galochas, cadeados e transportadoras de animais”.

Já passaram pelo RIAS, só na primeira semana de agosto, 157 animais, entre os quais águias, corujas, falcões, cegonhas, ouriços-cacheiros, cágados, andorinhas e uma lontra. Quando contabilizado desde janeiro, o número de animais tratados pelo centro sobe para 1.100. Nos últimos dois meses, foram 649, uma média de 11 por dia, dos quais 202 puderam ser reinseridos na natureza.

As últimas aves que retornaram ao habitat natural foram duas andorinhas-dos-beirais e duas andorinhas-das-chaminés. Elas foram encontradas após caírem caírem do ninho.

O Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens funciona a partir do trabalho exercido por apenas cinco técnicos, além de voluntários e donativos recebidos de pessoas sensíveis à causa e empresas.


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