Cavalo é morto depois de sofrer um colapso em pista de corrida


 

Cavalo foi morto após cair de exaustão
Foto: Reprodução, The Holidog Times

Wanztbwicked tinha apenas três anos quando faleceu no Saratoga Race Course enquanto era forçado a treinar. Ele foi morto no local em que caiu depois de sofrer uma lesão, embora o tipo de ferimento não tenha sido divulgado.

Além de ser o terceiro cavalo que morreu na pista nesta temporada, Wanztbwicked é um dos mais de 50 cavalos do estado de Nova York que faleceu de forma trágica somente neste ano.

Dezessete morreram em Saratoga em 2016 e outras centenas de animais ficam feridos quando são forçados a competir, especialmente em condições exaustivas.

A alta exigência das corridas faz com que os cavalos explorados corram risco de ter lesões, como pernas deformadas ou quebradas ou exaustão. Isso significa que eles poderiam “desmoronar” – alcançar um ponto de ruptura e tropeçar ou ter um colapso – enquanto correm a velocidades superiores a 56 quilômetros por hora.

Esses acidentes são muito perigosos tanto para o cavalo quanto para o jóquei, mas como as corridas de cavalos fazem parte de uma indústria de vários bilhões de dólares, existe uma pressão crescente pelas altas velocidades. revelou o The Holidog Times.

Cavalo se fere durante corrida
Foto: Animals Australia

Isso acontece mesmo quando o cavalo está ferido. Nessas situações, o animal recebe drogas e é forçado a correr em meio ao sofrimento. Esses animais majestosos são vistos como objetos lucrativos que podem ser descartados e substituídos quando não são mais considerados adequados para esse “esporte” cruel.

Há muitos anos, os grupos de direitos animais denunciam os horrores que aterrorizam os cavalos explorados nessas competições. Um artigo publicado no New York Times em 2012 estimou que aproximadamente 20 cavalos morreram em ringues e corridas norte-americanas semanalmente, principalmente devido às overdoses de drogas usadas para melhorar o desempenho.

Os casos de crueldade envolvendo esses animais são generalizados. Uma investigação realizada em 2014 pela PETA acusou os famosos jockeys norte-americanos de dar choques elétricos nos cavalos para obrigá-los a correr mais rápido.


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