Porto Alegre (RS) cancela condenação à morte de cães com leishmaniose


A Prefeitura de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, decidiu, nesta sexta-feira (14), anular a ordem de início de serviços para condenar à morte até 300 cães contaminados com Leishmaniose Visceral Canina (LVC).

Cão doente deitado no chão
Prefeitura de Porto Alegre decidiu cancelar a condenação à morte de cães com leishmaniose (Imagem Ilustrativa / Revista Donna)

A decisão gerou divergências dentro da gestão municipal, pois a Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda) se colocou contra a medida.

Na anulação, o secretário de Saúde da cidade, Erno Harzheim, afirma que o cancelamento da medida se deve “ao contexto das repercussões sociais e jurídicas, principalmente com a ordem judicial proibindo o município de Porto Alegre de autorizar e/ou realizar a condenação à morte”. Seriam mortos os animais abrigados na Seda, sob a guarda da Vigilância Sanitária, assim como em outros cães ainda sem diagnóstico que comprove serem portadores da doença.

A Clínica Animed, na Zona Sul da cidade, havia sido contratado para realizar o “serviço”. Cerca de 14 cães foram levados para a clínica logo após a publicação da ordem de início de serviços. Contudo, ativistas realizaram um protesto, fazendo com que os animais voltassem para o abrigo na sede da Seda.

Foi então que a deputada estadual Regina Becker (Rede) entrou com uma ação pedindo a proibição das mortes. Felizmente, a Prefeitura decidiu agora em favor da vida desses animais.

 


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