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Aquecimento global ameaça crescimento de corais

O calcanhar de Aquiles do crescimento dos corais é o aquecimento global e não a acidificação do oceano, segundo pesquisadores da Universidade da Austrália Ocidental e do Centro de Excelência ARC para Estudos de Recifes de Corais. A pesquisa será apresentada no Simpósio do Futuro dos Recifes de Corais

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19/06/2017 às 10:00
Por Redação

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Os pesquisadores explicam que os corais terão cada vez mais dificuldade de construir esqueletos fortes à medida que os oceanos do mundo se aquecem rapidamente.

Recife de corais

Foto: Genetic Literacy Project

Os branqueamento de corais em escala global são cada vez mais frequentes e intensos, colocando em risco o futuro dos recifes, informou o Phys.

O pesquisador principal, Malcolm McCulloch, do Centro de Excelência para Estudos de Recifes de Corais do ARC (Coral CoE) e da Universidade da Austrália Ocidental (UWA) descobriu que, com a acidificação do oceano, o coral ainda pode construir esqueletos ou calcificar.

Porém, eles perdem essa habilidade quando são branqueados devido ao calor extremo gerado pelo aquecimento global.

O professor McCulloch disse que a calcificação de corais, um processo vital para a construção de recifes, depende da parceria entre corais e suas algas fotossintéticas (zooxanthellae).

Um dos estudos de McCulloch conclui que a crescente regularidade e intensidade dos eventos de branqueamento de corais por causa do aquecimento global impulsionado pelo CO2 é a maior ameaça imediata ao crescimento de corais de recifes de águas rasas ao invés do processo associado à acidificação dos oceanos.

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