Vancouver proíbe venda de cães, gatos e coelhos em lojas de animais


Cão atrás das grades
Foto: Humane Society

Tendo em vista o fato de que as instalações comerciais de reprodução, especialmente na Ásia e nos Estados Unidos, criam animais em condições terríveis, que incluem negligência, abuso e agonia, a Conselheira da Cidade, Heather Deal, recomendou que agora as lojas apenas exibam animais disponíveis para adoção por meio de organizações de resgate reconhecidas.

“Como resultado das condições desumanas em que esses animais são criados, eles geralmente sofrem de doenças e outros problemas físicos, emocionais e comportamentais”, afirmou a moção.

“Não é o que as pessoas querem na cidade de Vancouver. Recebemos mais de 1200 e-mails de pessoas nos dizendo para implementar essa proibição”, declarou Deal à CTC Vancouver.

De acordo com o World Animal News, em um artigo na CBC, ela disse que entre 200 e 300 cães acabam em abrigos a cada ano na cidade.

A notícia segue dois outros municípios que promulgaram políticas semelhantes: Richmond e New Westminster.

A mudança é apoiada pelo B.C. A principal autoridade da SPCA, Marcie Moriarty, confirmou que as lojas de animais que vendem cachorros e gatos logo ficarão no passado.

“Há um movimento em toda a América do Norte para seguir esse caminho. Os tempos mudaram e as pessoas precisam ser um pouco mais conscientes sobre a origem de seus animais domésticos”, disse.

“Isso ilustra uma mudança geracional que apoia o tratamento humano de cães, gatos e coelhos”, declarou Judie Mancuso, fundadora e presidente do Social Compassion In Legislation, grupo de defesa animal da Califórnia (EUA), afirmando que o momento evoluiu sobre esta questão tão fundamental da nossa época.

“Em seguida, esperamos que nossa legislação patrocinada da Califórnia, a Lei de Adoção de Animais Resgatados, se torne uma lei do nosso excelente estado. A AB 485 não só exclui as fontes desumanas desses animais, mas ajuda a aliviar a superpopulação dos animais domésticos. Por exemplo, os animais que têm a morte induzida porque os abrigos estão transbordando de animais indesejados terão agora uma segunda chance na vida”, afirmou.

“O envio de cães, gatos e coelhos para lojas de animais reduzirá os números da morte induzida, aumentará os números de adoção e economizará o dinheiro dos contribuintes que teria sido utilizado com gastos de habitação e mortes induzidas”, concluiu Mancuso.


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