Cão vítima de abuso sexual é resgatado por ativistas


Cão foi abusado sexualmente por tutor
Vizinhos acionaram Polícia mas animal foi resgatado por ativistas da causa animal

Depois de dias de sofrimento sob a guarda de um estuprador, um cão da raça pit bull que estava sendo vítima de abuso sexual por parte de seu tutor foi resgatado pelos vizinhos da casa onde vivia na região de Salavat, na Rússia.

Os vizinhos presenciavam o estado crítico em que o animal se encontrava dia após dia e a partir daí surgiu a suspeita de maus-tratos. O socorro para a polícia foi ignorado, mas ativistas conseguiram resgatá-lo e levá-lo para uma clínica veterinária.

O cão precisou fazer uma cirurgia de mais de três horas na zona retal para se recuperar dos danos causado pela extrema e repetitiva violência sexual da qual foi vítima, mas já se encontra fora de perigo e está sendo cuidado por uma ativista da causa animal.

Aqui no Brasil, se você presenciar um caso de maus-tratos a animais de quaisquer espécies, sejam domésticos, domesticados, silvestres ou exóticos – como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605, de 12.02.1998 (Lei de Crimes Ambientais) e pela Constituição Federal Brasileira, de 05 de outubro de 1988. De acordo com o Art. 32: Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena – detenção, de três meses a um ano, e multa.

§ 1º. Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

§ 2º. “A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.”


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