Família adapta casa para acolher 40 gatos resgatados das ruas de Palmas (TO)


Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Há três anos, a aposentada Maria do Amparo começou a adotar animais. Atualmente, a moradora de Palmas, cria 40 gatos e chegou a adaptar a casa para acolher os felinos, que são resgatados das ruas, muitas vezes feridos. No local, eles dividem espaço com cães, recebem amor e cuidados de saúde.

“Já foram mais animais. Todos resgatamos das ruas. Não tem nenhum animal de raça, nem que ganhamos ou compramos. Inclusive aconselhamos as pessoas a adotar os que estão na rua, que são muitos”, recomenda a aposentada.

No lugar onde havia um jardim, Maria decidiu colocar pedras para facilitar na limpeza. Os portões têm pequenas aberturas para que eles possam entrar e sair livremente. Há também grades para que eles não saiam da área quando a família recebe visitas.

Os gatos estão em todos os lugares e vivem livres pela casa. É possível encontrá-los na calçada, na cadeira e até em cima da geladeira, da mesa, do carro e da cama. Maria costuma dizer que na casa tem mais animais do que gente. Na sala ficam aqueles que precisam de cuidados especiais.

“Sempre que tem filhotes, até se adaptarem com os outros, gatos adultos e cães, a gente precisa deixá-los separados, até porque são muito pequenos e a alimentação deles é dada na boca”, conta.

Maria diz que sabe o nome e a história de cada um. Muitos deles têm nomes de pessoas. Alguns são colocados para homenagear parentes e amigos. “Homenageamos os amigos, os parentes. Nossa filha coloca nomes de personagens da História e de filmes. Ela que praticamente coloca todos os nomes, adora animais”, conta.

Os gatos recebem vacinas, vão ao veterinário e são castrados. “Há muito tempo trabalho com isso. Dou as injeções, os remédios na boca, cuido das pomadas. Somos chamados de loucos na quadra por ter tantos gatos e termos mais. Não é loucura, é amor mesmo”, afirma o advogado Ademir Teodoro, marido de Maria.

O trabalho da família ultrapassa os muros da casa. Todos os dias, sem exceção, ela pega comida e água e distribui para os animais que vivem nas ruas. A aposentada construiu até uma casinha de madeira para colocar a ração dos gatinhos e proteger a comida da chuva e do sol. Um amor que não mede esforços.

“Eles conhecem a minha voz, o barulho do meu carro, me esperam todos os dias às 6h e no fim da tarde, mesmo que esteja chovendo. Já vim com sombrinha ou me molhando porque eles estão me esperando todos os dias”, diz.

Fonte: G1

 

 


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

DIFICULDADES FINANCEIRAS

BELO HORIZONTE (MG)

COVARDIA

CRUELDADE

PROTEÇÃO ANIMAL

ALERTA

VITÓRIA

INVESTIGAÇÃO

FLÓRIDA

JAPÃO


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>