CONTEÚDO ANDA

Companhia anuncia que não irá caçar baleias na Islândia

A companhia de baleeiros da Islândia anunciou que não irá caçar baleias-fin neste verão, o que significa que cerca de 150 indivíduos ameaçados da espécie terão suas vidas poupadas.

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20/03/2017 às 16:30
Por Redação

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Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Lori Mazzuca, AFSC/Kodiak/NOAA

A companhia de baleeiros da Islândia anunciou que não irá caçar  baleias-fin neste verão, o que significa que cerca de 150 indivíduos ameaçados da espécie terão suas vidas poupadas.

A Comissão Baleeira Internacional (IWC) proibiu a caça comercial de baleias em 1986, mas, como o Japão, a Islândia continuou a usar o pretexto científico para justificar a prática brutal.

Depois de abandonar o IWC na década de 1990 em protesto e retornar em 2002, a Islândia retomou a caça científica em 2003 e a caça comercial em 2006. As caças foram canceladas em 2011 e 2012 devido à falta de demanda pela carne, mas retomadas em 2013, segundo divulgado pelo Care2.

Apesar da diminuição do mercado da carne de baleias, da oposição pública, das medidas diplomáticas e da proibição global da caça comercial, a pequena indústria da Islândia não parou e continuou a matar os animais de forma insensata e violenta, minando os esforços globais para protegê-los.

Agora há algumas boas notícias para as baleias-fin ameaçadas que foram alvo dessas caçadas. Kristjan Loftsson, CEO da Hvalur hf, a única empresa baleeira da Islândia, anunciou que a caça não será realizada neste ano. De acordo com o International Fund for Animal Welfare (IFAW), o adiamento deste ano ocorre principalmente aos testes realizados pelo Japão para verificar contaminantes na carne de baleia.

Este é o segundo ano consecutivo em que a caça de baleias é cancelada. Em 2015, a última vez  em que as baleias-fin foram caçadas, 155 delas foram assassinadas.

Mesmo assim, infelizmente, as baleias-anãs ainda serão alvo neste ano da prática, principalmente para alimentar os turistas, que viajam para a Islândia em números sem precedentes.

Eles apoiam a demanda por carne de baleia, pois são levados a acreditar equivocadamente que isso é um alimento tradicional. Ativistas e organizações, incluindo o IFAW e a Whale and Dolphin Conservation, têm trabalhado para educar os turistas da Islândia sobre a crueldade envolvida na prática.

O IFAW, em parceria com a Association for Icelandic Whale Watchers (IceWhale), está realizando a campanha “Meet Us, Do not Eat Us” (Conheça-nos, não nos coma) em um esforço para fazer com que os turistas parem de experimentar a carne de baleia e ajudem a acabar com a caça.

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