Budistas chineses reduzem gases de efeito estufa em 40 milhões de toneladas


Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Tim Wright.

O vegetarianismo é um estilo de vida cada vez mais popular entre os budistas e pode ajudar a salvar nosso planeta.

Um novo estudo descobriu que os budistas da China reduzem as emissões de gás de efeito estuda em aproximadamente 40 milhões de toneladas a cada ano devido à alimentação vegetariana. Isso equivale a 9,2% das emissões totais de gases de efeito estufa da França, conforme divulgado pelo Lion’s Roar.

O estudo, realizado por Ampere A. Tseng, da Arizona State University, intitulado “Redução das Emissões de Gases de Efeito Estufa pelos Budistas Chineses com Dietas Vegetarianas: Uma Avaliação Quantitativa”, foi publicado no Journal of Contemporary Buddhism.

Ele aponta que os benefícios ambientais poderiam encorajar mais budistas a optar pelo vegetarianismo.

Ao contrário da crença popular, o vegetarianismo não é um princípio universal do budismo, mas muitos professores budistas incentivam seus alunos a serem vegetarianos e monásticos em algumas escolas são proibidos de comer carne.

Há um crescente movimento vegetariano no budismo tibetano. O Karmapa, líder da escola Kagyu do budismo tibetano, defende o vegetarianismo e o famoso monge budista Matthieu Ricard (conhecido na mídia como “o homem mais feliz do mundo”) defendeu recentemente o vegetarianismo em um livro e uma matéria no Lion’s Roar.

Conforme Narayan Helen Liebenson diz em uma coluna sobre o assunto, “Eliminar o consumo de carne é uma expressão de compaixão”.


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