Galinha resgatada da morte e cães abandonados se unem para superar passado traumático


Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: rocksaswell, Tnstagram
Foto: rocksaswell, Instagram

Entre todas as desculpas para não arrumar a cama, Rocky Schwartz e Jay Shooster pode ter a melhor de todas. Na verdade, o casal, de Brooklyn, Nova York (EUA), tem quatro. Há Biscuit, Bambi, Ginger e, claro, Rose.

Juntos, eles formam uma família: são três chihuahuas e uma galinha. Todos unem forças para fazer com que seja quase impossível que Schwartz ponha lençóis novos na cama.

Porém, eles compartilham uma razão para gostar de apreciar o calor do leito de seus seres humanos favoritos.

Cada um deles veio de um lugar frio e árduo. “Bambi e Ginger foram abandonados juntos no metrô de Nova York na primavera passada e Biscuit, o chihuahua com a língua balançando, foi jogado em uma mercearia com uma perna quebrada”, disse Schwartz.

Foto: rocksaswell, Instagram
Foto: rocksaswell, Instagram

Os cães foram levados para o abrigo de animais local onde Schwartz trabalha. Ali, eles encontraram seu caminho para sua nova casa.
“Sou completamente apaixonada por eles”, contou a tutora.

Não demorou muito para os cães para descobrirem que o lar é onde a cama está. “Chihuahuas são meio conhecidos por dormir muito. Eles são como os gatos do mundo dos cães, dormem como pelo menos 12 horas por dia. Eles são muito inflexíveis sobre estar debaixo de cobertores. Logo que você colocar qualquer pedaço de tecido – no chão ou na cama – imediatamente correm até ele e ficam por baixo”, acrescentou.

Bambi é particularmente exigente em não ser perturbada quando está nos cobertores. Há também Rose, a galinha que teria um destino muito diferente caso Schwartz não a encontrasse.

Foto: rocksaswell, Instagram
Foto: rocksaswell, Instagram

Ela é uma refugiada do kapparot, um riual judeu que envolve balançar galinhas no ar antes de brutalmente assassiná-las.
“No Brooklyn, eles matam cerca de 50 mil na rua”, revelou Schwartz.

Mas Rose conseguiu escapar da morte trágica. Enquanto protestava contra o ritual durante o verão, Schwartz convenceu um dos participantes a renunciar à matança. Em vez de ter uma morte brutal naquele dia, Rose chegou à casa dos Schwartz e uma bela vida realmente começou para ela.

Foto: rocksaswell, Instagram
Foto: rocksaswell, Instagram

Como seus novos irmãos peludos, Rose revelou gostar de viver. Muitas vezes, ela se dá um banho de poeira, basicamente batendo as asas no chão e chicoteando para cima uma tempestade de poeira.

“Ela tem sua versão interior de um banho de pó na cama, gosta de fazer isso direito no tecido da cama”, afirmou Schwartz ao The Dodo.

Não é apenas o tecido que atrai Rose para lá, mas também o sentimento de família. “Todos se abraçam juntos, Rose se senta com todos os chihuahuas. Quando chego em casa, todos ficam na porta, ela também caminha até os chihuahuas e fica bem ao lado deles eles”, finalizou.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

CALIFÓRNIA

ANGÚSTIA

COMPANHIA

VIOLÊNCIA INJUSTIFICADA

ASSASSINATO BRUTAL

EXEMPLO

AGROPECUÁRIA

POVOS ORIGINÁRIOS

FINAL FELIZ


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>