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Campanha fotográfica revela o verdadeiro preço do cativeiro para orcas e golfinhos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: SeaSheperd
Foto: SeaSheperd

O poder dos meios de comunicação deve ser reconhecido. Seja para o bem ou para o mal, a mídia molda a maneira como pensamos e formamos opiniões sobre temas específicos.

Um anúncio do SeaWorld ou de qualquer parque marinho, por exemplo, pode facilmente convencer os pais de que uma viagem para ver baleias e golfinhos é uma atividade familiar divertida. Sem nenhum conhecimento prévio de como os parques marinhos são realmente prejudiciais aos animais aprisionados, por que eles pensariam de outra maneira?

As baleias e os golfinhos confinados são mostrados em situações que parecem felizes e excitantes. Treinadores ficam de pé, fazendo gestos grandiosos na frente de magníficas baleias que executam truques e fotos mostram golfinhos com a boca aberta como se estivessem sorrindo.

Infelizmente, este “lugar feliz” é pouco mais do que uma fantasia vendida por empresas publicitárias. Um tanque de peixes glorificado é o último lugar em que essas criaturas, que percorrem centenas de quilômetros diariamente na natureza, deveriam ficar.

Foto: SeaSheperd
Foto: SeaSheperd

Golfinhos e baleias são animais altamente inteligentes, cujos laços com membros de sua espécie não são tão diferentes das famílias humanas – na verdade, eles podem ser ainda mais fortes porque orcas tendem a ficar com suas companheiras durante toda a vida.

O que aqueles que se opõem ao cativeiro desses animais podem fazer? Podemos expor a verdade por trás do mito de que eles prosperam em cativeiro. Os cetáceos em cativeiro demonstraram ter comportamentos repetitivos conhecidos como zoochosis, agressão aos membros dos tanques, tentativas de suicídio e outras ações autodestrutivas. Educar as pessoas sobre a realidade do cativeiro marinho é exatamente o objetivo da nova campanha da Sea Shepherd Conservation Society.

O Sea Shepherd destaca a realidade infeliz dos cetáceos prisioneiros que são forçados a participar de performances em parques marinhos em todo o mundo.

Foto: SeaSheperd
Foto: SeaSheperd

Cada imagem da campanha mostra uma fotografia de um cetáceo mantido em cativeiro, seu nome e como o confinamento provocou sua morte prematura e trágica, segundo o One Green Planet.

De acordo com Nicolas Dumenil, diretor de arte que mora em Paris (França), que criou os projetos para a Sea Shepherd, “passar de um esguicho de água a uma quebra de um vidro foi uma maneira simples, mas poderosa para ilustrar a cruel realidade do cativeiro. Os parques marinhos trabalham duro para esconder o que as pessoas não devem ver e se empenham ainda mais para camuflar todas as vezes em que um animal morre”.

Existem várias maneiras que podem ajudar a acabar com o cativeiro destes belos animais. Nunca devemos financiar parques e outras instalações que lucram às custas do sofrimento dessas espécies. É fundamental também conscientizar outras pessoas sobre a realidade por trás desses locais e que os animais merecem viver livres na natureza.

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