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Ativistas tentam impedir a retirada de 700 cavalos selvagens de base do Exército dos EUA

Por Rafaela Pietra | Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

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Cavalos selvagens pastam na frente do Centro de Treinamento de Preparação Conjunta de Fort Polk | Foto: Divulgação / Exército dos EUA

Ativistas pelos direitos animais processaram o Exército dos EUA para tentar barrar os planos de desalojar cerca de 700 cavalos selvagens de uma base na Louisiana Ocidental e áreas florestais nacionais utilizadas para realizar treinamentos.

Segundo o site The Advocade, os cavalos desempenham um importante papel histórico e cultural na área de Fort Polk e da Floresta Nacional de Kisatchie. E, de acordo com o processo, ao executar seu planejamento, o Exército estará enviando muitos dos animais para a morte.

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A ação judicial alega que o Exército violou leis, incluindo a Lei Nacional de Política Ambiental e a Lei de Preservação Histórica Nacional, ao decidir que não precisava preparar uma declaração de impacto ambiental e omitir outras medidas necessárias para criar seu plano de colocar grupos de cavalos para adoção por organizações sem fins lucrativos.

O Exército diz que os cavalos são um risco de segurança em áreas de treinamento.

Exército não comenta sobre o caso

A porta-voz da base, Kimberly Reischling, não respondeu imediatamente a um pedido enviado por e-mail sobre o processo, enviado no último dia 14 no Tribunal Federal em Baton Rouge pela Clínica de Leis Ambientais Tulane, em nome da Associação Guardiã de Equinos Pegasus – um grupo criado para proteger os cavalos.

O exército e o comandante de Fort Polk, Brigadeiro General Gary M. Brito, são os réus da ação.

Rickey Robertson, um dos membros do conselho da Pegasus, disse em uma declaração enviada com a ação judicial que o grupo quer que o Exército deixe os cavalos permanecerem no local e “mitigue qualquer preocupação através de um gerenciamento apropriado”.

Robertson declarou que os colonos trouxeram os animais para a área por volta de 1818. Seu cavalos eram tão importantes partes de terra eram separadas apenas para servir de pasto para os animais. “Os cavalos foram livres em Peason Ridge por décadas e décadas, muito antes do acampamento Polk existir”, escreveu ele.

A ação diz ainda que o plano do exército provavelmente resultará no assassinato de muitos dos animais, isso porque a maioria das organizações de bem-estar animal sem fins lucrativos não pode receber e abrigar a maior parte dos animais. Isso significa que muitos deles, selvagens há gerações, tornam-se inadequados para adoção.

“O exército irá vender os cavalos que não forem adotados. Mas cavalos vendidos em leilões são frequentemente comprados por abatedores e transportados para matadouros no México e Canadá”, a ação diz.

No início deste mês, a Sociedade Protetora do Norte do Texas disse que traria cerca de 400 dos cavalos Fort Polk para o Texas em dois anos, de 30 a 50 animais de cada vez.

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