Mercado Central de BH tem 10 dias para encerrar venda de animais


Lei municipal de 1999 proíbe a entrada de animais em ambientes de venda de alimentos

Os comerciantes do Mercado Central de Belo Horizonte têm 10 dias para cumprir a decisão da Justiça de suspender a venda de animais vivos no estabelecimento. O diretor-presidente José Agostinho de Oliveira Quadros foi notificado sobre a liminar que suspende a autorização da comercialização, sob pena de multa diária de R$ 10 mil para cada vendedor.

A liminar, concedida na última sexta-feira (4) pelo juiz Rinaldo Kennedy Silva, da 1ª Vara dos Feitos da Fazenda Municipal, ainda proíbe a entrada de novos animais no local e estabelece a retirada planejada dos animais que ainda estão lá.

A liminar concedida pela Justiça atendeu a um pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) que impetrou uma ação civil pública assinada pelos promotores Lílian Marotta Moreira (Defesa do Meio Ambiente), Rodrigo Filgueira de Oliveira (Defesa do Consumidor) e Bruno Alexander Vieira Soares (Defesa da Saúde).

A ação do MPMG diz que os animais sofrem maus-tratos e cita 26 estabelecimentos que os comercializam. Entretanto, de acordo com o superintendente do Mercado Central, Luiz Carlos Braga, apenas seis lojas vendem os animais hoje. São vendidos no local cães, gatos, coelhos, pequenos roedores como hamsters e diversos tipos de aves, como canários, periquitos e galinhas.

Fonte: O Tempo


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