GNR resgatou 37 animais suspeitos de maus-tratos


Divulgação
Divulgação

A Guarda Nacional Republicana (GRN) resgatou na quarta-feira (9), 37 animais de uma casa particular na localidade de Broega, na Moita, em Portugal. Os 26 cães e 11 gatos eram, alegadamente, vítimas de maus-tratos, por não se encontrarem em instalações adequadas. As instalações pertencem a uma associação zoófila que já tinha sido alvo de contra-ordenações por violação das regras do bem-estar animal.

O comandante do Destacamento Territorial do Montijo da GNR, Mário Martins, disse nesta quinta-feira tratar-se “de uma casa particular que servia para o efeito [albergar animais], sem ninguém lá habitar”. Quando a guarda chegou ao local, “contactou as responsáveis da casa, que se deslocaram lá, mas que ainda não foram constituídas arguidas”, explicou. “Agora no decurso do processo é que vamos ver o que inquérito vai ditar”.

Os animais foram recuperados depois da “realização de uma busca domiciliária, numa ação conjunta entre a GNR e a autoridade veterinária municipal do Montijo, apoiada pelos Médicos Veterinários do Barreiro e da Moita e pela Associação de Municípios do Barreiro e da Moita”, refere um comunicado daquela corporação, emitido nesta quinta-feira. “Estamos à espera da análise dos veterinários para saber o estado dos animais”, disse também o comandante da GNR.

Os 37 animais foram levados para o centro de recolha oficial da Moita, onde receberão assistência médico-veterinária, ficando à guarda deste município até serem liberados por decisão judicial, para posterior adoção.

Desde 2014 que os maus tratos a animais são crime em Portugal. Mas a punição dos autores dos maus-tratos em tribunal tem-se revelado difícil, devido às lacunas da lei.

As buscas foram feitas no âmbito de uma investigação conduzida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal da Moita, depois de aberto um inquérito que revelou a situação. Esta é mais uma operação do Programa de Apoio e Recuperação Animal (PARA!) do Comando Territorial de Setúbal da GNR.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Público PT


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

PROTEÇÃO ANIMAL

ALERTA

VITÓRIA

INVESTIGAÇÃO

FLÓRIDA

JAPÃO

AVANÇO

COMPORTAMENTO


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>