População de lagostas mais do que duplica em reserva na Escócia


Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Orkney
Reprodução/Orkney

A primeira reserva marinha da Escócia tem sido extremamente benéfica para a conservação das espécies marinhas. Os números das lagostas mais do que dobraram e os animais também aumentaram de tamanho.

Durante quatro anos, cientistas das Universidades de York e Bangor monitoraram as populações de lagosta Europeia (Homarus gammarus), caranguejo marrom (Cancer pagurus) e caranguejos de veludo (Necora puber) em Lamlash Bay.

Eles descobriram que a proteção na reserva marinha foi benéfica para lagostas e suas densidades, comprimentos e pesos foram maiores do que os de animais que vivem em outros locais. As fêmeas também possuíam em média de 22% mais ovos do que outras da espécie, aumentando o seu potencial de reprodução.

“Nossos resultados fornecem evidências de que as reservas marinhas geram impactos positivos para a conservação, mas também destacam a importância de investigar as interações entre várias espécies”, declarou Bryce Beukers-Stewart, supervisor do estudo e professor de Departamento de Meio Ambiente da Universidade de York.

“Os estudos sobre os efeitos de reservas marinhas ainda são escassos em águas temperadas e frias e são particularmente limitados na Europa e no Reino Unido. Nossa pesquisa dentro Lamlash Bay mostrou que uma grande variedade de espécies e habitats são beneficiados com a proteção”, acrescentou Leigh Howarth, que conduziu o estudo durante o seu doutorado na Universidade de York e agora trabalha na Faculdade de Ciências Oceânicas da Universidade de Bangor.

A reserva marinha Lamlash Bay foi criada fora da ilha de Arran em 2008 após uma campanha de uma década realizada pelo Arran Seabed Trust (COAST). Segundo o Science Daily, o grupo tem sido crucial para o sucesso da reserva, ajudando com pesquisas e incentivando a comunidade a manter um olhar consciente sobre as atividades na área.


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