Cinco coisas que o cachorro está tentando dizer quando encosta o nariz em você


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Há coisas melhores que sentir o nariz gelado do seu cachorro encostando em você? Mas até que ele descubra como usar as patinhas, encostar o focinho é tipo dar um sensacional abraço de melhor amigo!

Porém, olhando um pouco mais de perto e dando um passo atrás na nossa irresistível vontade de humanizar os animais por um momento descobrimos que quando o assunto é encostar o nariz, muitas vezes vai além do que simplesmente o ato em si. Essa ação fofinha pode ter muito mais significados.

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1. “Oi!”
Cachorros são animais muito sociais. E como todo tutor de cachorro sabe, cães são ótimos em saudações. Encostar o nariz é apenas uma das maneiras de dizer “que bom te ver!”

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2. “Eu que mando!”
Ficar encostando o nariz de forma excessiva, parecendo um pica-pau, pode ser um sinal de dominação de um cão em relação a outro ou em relação a uma pessoa.

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3. “Você é quem manda, chefe!”
Quando um cachorro esfrega seu focinho no focinho de outro cachorro, quase como uma massagem com algumas lambidas aqui e ali, esse é o jeito que ele tem para demonstrar respeito ou submissão por outro cachorro. É como se ele estivesse dizendo “tá tudo bem, cara. Não sou uma ameaça”.

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4. “Me dá atenção!”
Sejamos honestos… Sutileza nunca foi uma característica marcante dos cães.

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5. “Onde está a comida? Por que você está escondendo ela de mim?!”
Essa última pode parecer a mais óbvia, claro, um cachorro querendo comida. Ah, não diga! Porém, um estudo do Instituto de Zoologia da Universidade de Zurique prova que a “necessidade de comida” que os cães têm é mais sofisticada do que imaginávamos.

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O dr. Stanley Coren fez um ótimo trabalho explicando o estudo na revista Psychology Today e eu vou tentar explicar por aqui: Imagine que você está numa sala com duas cadelas. Aí você faz uns carinhos na barriga delas. Coloque o nome de Thelma em um uma e o de Louise na outra. Alguém levou Thelma para um passeio rápido, então ficaram apenas você e Louise.

Coloque a Louise sentada e parada olhando você espalhando deliciosos petiscos caninos pela sala. Depois, coloque uma tela do tamanho de um cachorro na frente dos petiscos impedindo que eles sejam vistos. Depois de ver isso e com o sinal verde para fazer alguma coisa, Louise vai atrás de cada tela para pegar as guloseimas. Agora digamos que você faça esse mesmo processo mais vezes, mas numa dessas vezes você apenas finge que escondeu os petiscos. Thelma volta de seu passeio e observa Louise procurando petiscos atrás de cada tela, por toda a sala. Depois disso, as duas meninas finalmente começam a interagir entre si.

Elas se cumprimentam com os focinhos. E aqui está a parte interessante: se Louise tivesse acabado de encontrar e comer um petisco, a tendência seria que Thelma fosse direto tentar a sorte na tela onde ela viu Louise conseguindo o petisco. Já que Louise caiu no truque e não achou nada, Thelma não está nem aí pro fato de ter visto sua amiga sair detrás de uma tela.

Basicamente um cumprimento entre dois cachorros não é apenas um jeito de dizer “olá”, é também uma oportunidade de sentir o hálito do outro pra saber se ele comeu alguma coisa antes ultimamente. Coren disse que “isso confirma o que qualquer um que conheça os cães já suspeitava. Cães são naturalmente sociáveis e amigáveis, mas muito mais quando existe a possibilidade de ter alguma comida envolvida”.

Fonte: Bark Post


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