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Beagles são as maiores vítimas da vivissecção em laboratórios dos EUA

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Beagle Freedom Project
Reprodução/Beagle Freedom Project

A eficácia dos testes em animais tem sido desacreditada em muitos debates nas últimas décadas. Na indústria de cosméticos, não há a necessidade de testes em animais vivos e, nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration não exige mais estes testes em cosméticos e em compostos usados na maioria dos produtos há anos.

Muitas empresas de cosméticos têm tomado medidas para acabar com a experimentação animal, mas isso não é uma realidade no mundo de produtos farmacêuticos, segundo o One Green Planet.

Embora haja evidências de que os testes em animais não produzem resultados precisos e novas tecnologias que podem testar a segurança de um produto sem o uso de animais, inúmeros animais ainda são explorados em testes.

Os beagles são os favoritos da indústria farmacêutica por causa de sua natureza dócil e de seu comportamento gentil. De fato, entre 70 mil e 75 mil cães são usados em pesquisas nos Estados Unidos a cada ano, e a maioria deles são beagles.

Estes cães são forçados a viver em gaiolas de concreto e nunca podem ser realmente cães. Alguns laboratórios removem até mesmo as cordas vocais dos cães para mantê-los quietos. Porém, esta não é a única forma de tratamento cruel e incomum que estes animais experimentam.

O Beagle Freedom Project recentemente postou uma foto no Facebook mostrando o horror que passam os animais em testes em universidades dos EUA. Na legenda, consta a denúncia: “Universidade de Illinois provoca a morte induzida dos beagles se eles não cooperarem”.

Atualmente, o Beagle Freedom Project está processando a Universidade de Illinois por enganar a Assembléia Geral do Estado sobre os seus procedimentos de testes em animais.

É desolador que estes animais ainda sejam submetidos a testes e recebam esse tratamento cruel. Por isso, é fundamental conscientizar as pessoas sobre essas práticas brutais e procurar produtos livres de crueldade.

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