Versões veganas podem substituir produtos de origem animal em um futuro próximo


Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Memphis Meats
Reprodução/Toutube, Memphis Meats

Já é comprovado que os animais não-humanos são sencientes, embora ainda sejam tratados como mercadorias. Em cativeiro, eles tem seus corpos mutilados para abastecer a indústria da carne ou para produzir uma bolsa, por exemplo, diz o portal Singularity HUB.

Para tentar combater esta realidade brutal, há startups que têm investido em alternativas para substituir os produtos de origem animal e contribuir para que as pessoas adotem novos hábitos. Veja algumas delas abaixo:

Memphis Meats

A Memphis Meats produz carne bovina, suína e de aves, mas sem os animais. O processo começa com células-tronco de animais alimentadas com oxigênio, açúcar e minerais.

Ao longo de algumas semanas, essas células se desenvolvem e se tornam um músculo esquelético em um biorreator. Apesar de as culturas de células terem supostamente o mesmo sabor da carne animal, não dá para esperar que elas cheguem ao supermercado logo.

Estas almôndegas ainda são muito caras. Porém, à medida que a tecnologia melhorar e o preço cair e esses produtos ficarão comercialmente disponíveis.

Modern Meadow

Esta startup usa células de colágeno produzidas com bioengenharia para criar produtos de couro. A empresa anunciou recentemente que irá usar uma quantia de 40 milhões de dólares para financiamento e para seus planos de disponibilização de amostras para parceiros da indústria da moda, esportes, produtos automotivos e de luxo.

De acordo com a Modern Meadow, este couro alternativo ao animal iria reduzir o lixo em 80%, porque seu processo de fabricação utiliza menos terra, água e energia.

Gelzen

Toneladas de alimentos, medicamentos e cosméticos são compostos de gelatina. A Gelzen quer fazer gelatina livre de crueldade animal semelhante à maneira como nós produzimos cerveja ou insulina: aproveitando micróbios.

Veja como o fundador da Gelzen Alex Lorestani, descreve o processo: “Em vez de despejar restos de animais em banhos ácidos ou alcalinos para extrair colágeno, nós pegamos as máquinas de construção de colágeno dos animais e mudamos para micróbios”.

Willow Cup

A Willow Cup ainda está em seus estágios iniciais de protótipo e possui a intenção de criar um novo produto lácteo feito a partir de proteínas vegetais, mas que possua o mesmo gosto dos produtos lácteos, ao contrário de leites feitos com nozes ou outros substitutos.

Seus primeiros produtos serão espumas e cremes. Segundo a National Library of Medicine dos Estados Unidos, 90% dos adultos de origem asiática são intolerantes à lactose e isso também é muito comum em pessoas do Oeste Africano, árabes, judeus, gregos e indivíduos com descendência italiana.

Independentemente desses fatores, há diversas razões, como preservar nossa saúde e a saúde do planeta, para construir um mundo em que os animais não humanos tenham seus direitos respeitados.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.

Você viu?

PROTEÇÃO ANIMAL

CRUELDADE

GRATIDÃO

ESPECIAL

ALEGRIA

VÍTIMAS DA CAÇA

MAUS-TRATOS


LEIA EM PRIMEIRA MÃO AS NOTÍCIAS MAIS ANIMAIS DO MUNDO

>