Rússia e Estados Unidos continuam matando animais em viagens espaciais


Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Clapway
Reprodução/Clapway

Desde o início das viagens espaciais, muito mais animais foram enviados para o espaço do que humanos. A Rússia e os Estados Unidos foram os principais países a mandar animais para o espaço até agora e, a partir de 1940, os animais foram considerados uma parte vital dos programas espaciais de ambas as nações.

A Rússia até mandou um cachorro para o espaço em 1950. Cientistas e governos do mundo não hesitam em abusar de animais, mas ativistas estão chamando atenção para esta exploração que mata vários seres inocentes, informa o portal Clapway.

Apesar dos protestos, sete agências norte-americanas têm usado animais em testes de espaço. Além dos Estados Unidos e da Rússia, a França, Argentina, China, Japão e Irã já usaram os animais nessas situações.

Os animais têm sido testados por humanos desde 1783. De 1947 a 1960, os Estados Unidos lançaram moscas de fruta, ratos, hamsters, cobaias, cães, sapos, peixinhos, e macacos a alturas de 144 mil pés.

O objetivo destes voos era testar a exposição à radiação, as respostas psicológicas e os sistemas de suporte de vida.
Consequentemente, o voo espacial ocorreu naturalmente na década de 1940 quando os norte-americanos enviaram moscas da fruta em órbita em um foguete V2. Na década de 1950, o país enviou camundongos, no entanto, o foguete falhou, matando os animais.

Em seguida, a Rússia enviou dois cães e esses filhotes se tornaram os primeiros organismos superiores a chegar ao espaço.
Os Estados Unidos e a Rússia começaram a lançar e matar animais mais rapidamente depois de 1957 com a entrada em órbita da cadela Laika, o primeiro animal a chegar ao espaço em 03 de novembro de 1957. Laika, no entanto, nunca conseguiu voltar para a Terra.

O voo não tinha nenhuma estratégia de reentrada e a cadela russa foi deixada para morrer no espaço. Em 1958, Gordo, um macaco-esquilo nunca foi encontrado após a reentrada, pousando no oceano Atlântico.

Em 2007, um urso d’água sobreviveu 10 dias depois de ser lançado em órbita e uma barata da Rússia tornou-se a primeira criatura da Terra a dar à luz no espaço.

A matança de animais em nome da ciência é injustificável e, no entanto, nos dias atuais a exploração continua, lançando os animais para a morte certa no espaço como se suas vidas de nada valessem.


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