Saiba como agir nas principais emergências com animais domésticos


Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

O pior pesadelo de um tutor de um animal doméstico: o gato fica doente depois de comer uma planta em casa, o cão começa a engasgar com uma guloseima que recebeu ou alguma outra emergência acontece e o caminho para o veterinário ou para a emergência de um hospital de animais é longo.

Para ajudar os tutores, o portal Care2 reuniu alguns conselhos a partir da Associação Médica Veterinária da América (AVMA) e de outros especialistas que apontam as ações imediatas que devem ser feitas nos cinco casos de emergências de animais domésticos mais comuns: ingestão de algo venenoso, asfixia, picadas de abelha, insolação e ataques.

Ingestão de algo venenoso

Os sintomas que mostram que um animal foi envenenado podem variar de letargia a convulsões. Se há suspeita de que o animal doméstico comeu algo venenoso, não se deve aguardar o aparecimento dos sintomas. Deve-se contatar imediatamente o veterinário ou o Centro de Controle de Intoxicações.

Também se deve separar o animal da fonte do veneno e se possível levar o item venenoso para que o veterinário possa verificá-lo.

Não se deve induzir o vômito, a menos que o veterinário ou o centro de controle aconselhe, pois isso pode piorar a situação. Se o animal vomitar, é bom colocar um pouco do conteúdo em um saco plástico para que o veterinário examine.

Sufocamento

Além de engasgar, outros sintomas mostram o sufocamento de um animal e eles incluem dificuldade para respirar, língua azulada, baba. É preciso remover a coleira do animal ou qualquer objeto que prenda sua garganta.

Para isso, o tutor deve olhar dentro da boca do animal para ver se o objeto é visível. Se for, o tutor pode tentar removê-lo delicadamente com os dedos, com uma pinça ou com um alicate. É necessário muito cuidado para não empurrar o objeto mais para baixo da garganta

Se o animal é pequeno o suficiente, o tutor pode levantá-lo e, segurando-o com firmeza, suspendê-lo com a cabeça apontada para baixo e a extremidade traseira para cima. Para cães maiores, o tutor deve levantar as pernas traseiras e manter suas cabeças inclinadas para baixo abaixo dos ombros. Isto pode ajudar a expelir o objeto.

Caso não seja possível remover o objeto pois o animal fica inconsciente, pode ser necessário executar uma versão da manobra de Heimlich. O tutor pode pedir ao seu veterinário para demonstrar como fazer isso da próxima vez em que o vir, ou assistir a um vídeo de demonstração.

Picada de abelha

Uma picada de abelha pode ser muito grave se o animal é alérgico. As picadas normalmente ocorrem na área do nariz e nas patas. Se além de inchaço, o animal apresentar sintomas como vômitos e gengivas pálidas, ele deve ser levado a um veterinário o mais rápido possível.

Para impedir que o veneno se espalhe, o tutor deve usar a borda de um cartão de crédito para raspar o ferrão, logo que encontrá-lo. Não se deve tentar espremer o ferrão com os dedos pois isso pode piorar o estado do animal.

É necessário pressionar uma compressa fria contra o local da picada para ajudar a reduzir o inchaço e ficar atento ao animal para se certificar de que não há mais inchaço.

O veterinário pode indicar um anti-histamínico e é preciso tomar cuidado para dar a dosagem recomendada do medicamento.

Insolação

Tanto em cães como em gatos, os sinais de insolação começar com dificuldade para respirar e excesso de baba. Os sintomas mais graves são vômitos e diarreia. No pior dos casos, os cães podem sofrer convulsões.

O animal deve ser movido para um lugar mais fresco e permanecer com toalhas molhadas na parte de trás do pescoço, nas axilas e na região da virilha. Se possível, é bom medir a temperatura dos animais.

Ataque

Junto com convulsões, os sintomas de um ataque podem incluir enrijecimento, salivação excessiva, ou espuma na boca.

O animal deve ser afastado de qualquer mobília ou objeto que possa machucá-lo. O tutor não deverá colocar a mão na boca do animal, pois pode ser mordido e os animais podem engasgar.

O animal não deve ser segurado ou contido durante o ataque que costuma durar entre dois e três minutos. Se durar mais tempo, é bom ligar um ventilador e colocar água nas patas para resfriar o animal. Quando o ataque passar, o tutor deve contatar o veterinário e manter o animal aquecido e quieto.


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