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Montanha de presas é o que resta dos elefantes assassinados pela indústria do marfim

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/OneGreenPlanet
Reprodução/OneGreenPlanet

Só há uma maneira de produzir objetos com marfim: assassinando elefantes. Todos os dias, 100 elefantes são caçados para abastecer o comércio ilegal de marfim, que é arrancado violentamente da face dos animais.

As presas empilhadas na foto serão queimadas para que não alimentem o comércio, de acordo com o One Green Planet.

A Dra. Lucy King, da organização Salve os Elefantes, escreveu no Facebook: “Mais de 100 toneladas de marfim serão queimadas na próxima semana para não incentivar esse mercado. Há muitos adjetivos para descrever uma cena como essa: trágica, desoladora, revoltante, medonha. Os elefantes eram mais valiosos para nós quando estavam vivos”.

O comércio de marfim é extremamente lucrativo, levando caçadores a ultrapassar qualquer limite para roubar as presas destes animais, sem qualquer consideração para o fato de que eles podem ser extintos nos próximos 10 anos.

Devido à interferência humana, a população de elefantes africanos foi reduzida pela metade desde a década de 1970, sendo que de 35 mil a 50 mil elefantes africanos são mortos por ano. Para piorar, este comércio é repleto de corrupção e, muitas vezes, seus lucros beneficiam grupos terroristas perigosos.

As presas devem fazer as pessoas se lembrarem desses elefantes, que viveram livremente, que sentiram profundamente e amaram suas famílias. Fica a homenagem às vítimas de uma indústria impiedosa que precisa ser combatida com urgência.

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