Médicos trainees adotam simulador da PETA como alternativa à exploração animal


Reprodução/PETA
Reprodução/PETA

Um número crescente de instituições está dizendo adeus ao uso de animais vivos para o treinamento de médicos e adotando uma tecnologia moderna de simulação humana. Com isso, a PETA norte-americana e a PETA australiana se ofereceram para ajudar o Colégio de Ciurgiões Royal Australasian (RACS) a seguir o exemplo de seus colegas.

Atualmente, os trainees do curso do Departamento de Controle de Traumas Severos (EMST), supervisionado pela RACS, são forçados a fazer buracos nas gargantas, no tórax e nos membros de animais vivos.

“Esse treinamento é arcaico e cruel e falha em familiarizar estudantes com a anatomia e fisiologia humana”, disse a PETA norte-americana em seu site.

De acordo com a organização, aproximadamente 90 mil pessoas assinaram uma petição que pede o encerramento desses procedimentos pela RACS. Um médico que participou do curso disse ao jornal australiano The Age: “Fiquei chateado e nervoso ao mesmo tempo porque eu não tive alternativa a não ser participar de algo que considero errado”.

Para mudar isso, a PETA apresentou modernos simuladores “TraumaMan” que proporcionam eficiência, ética e economia a vários hospitais, universidades e outras instituições da Austrália.

Reprodução/PETA
Reprodução/PETA

Quase todos os estabelecimentos médicos, assim como o Departamento de Defesa dos Estados Unidos fizeram essa transição, diz a PETA.

O ministro-assistente para o Departamento de Defesa da Austrália prometeu que os militares também irão parar de usar animais durante os treinamentos assim que a RACS adotar métodos que não envolvam animais.

“Ao contrário dos animais, estes simuladores imitam com precisão os sistemas humanos e são reutilizáveis e compartilháveis. E seu uso impede a morte e o ferimento de inúmeros animais”. A PETA acrescenta ainda que 16 países usam os simuladores TraumaMan.


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