‘Morte induzida não é obrigatória', diz CCZ sobre casos de leishmaniose


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Divulgação

Apesar da recomendação do Ministério da Saúde, os dois animais com diagnósticos positivos para leishmaniose em Catanduva não foram induzidos a morte. A explicação do Centro de Zoonoses de Controle de Catanduva (CCZ) conduzido por Naiara Fonseca é que a morte só pode ser realizada apenas com a autorização dos tutores dos animais.

“De acordo com o Centro de Zoonoses da Secretaria de Saúde, os animais seguem vivos sim, sob a responsabilidade dos tutores. A escolha da morte induzida no caso de ambos não é obrigatória, ficando a decisão a cargo do guardião responsável. O tutor não é obrigado a entregar o animal para o sacrifício, perante a lei, isso apenas pode acontecer com a autorização dos tutores ou sob ordem judicial”, informou a assessoria de comunicação da prefeitura.

Um dos animais doentes não está mais na cidade. O Centro de Zoonoses autorizou a remoção do animal mediante a solicitação do tutor do cachorro e afirma que notificou a Vigilância Epidemiológica da cidade de destino sobre o diagnóstico da doença.

“O tutor do cão que deixou a cidade, assinou declaração de transferência e responsabilidade em relação a locomoção do animal, cabendo ao órgão municipal (CCZ), o envio de cópia da declaração, juntamente com os dados do novo endereço, ao órgão superior (GVE), que segue com a notificação para o município o qual o animal foi transferido”, afirmou. O outro cachorro doente permanece em Catanduva também sob responsabilidade dos tutores.

No mês passado a prefeitura negou que os animais doentes estivessem sendo tratados. Agora, apesar de admitir que ambos permanecem vivos, não explicou quais as medidas tomadas para que eles não representem risco de transmissão da doença, além da orientação aos tutores para uso de coleiras repelentes.

Testes negativos
Durante o mês de fevereiro foram coletados 218 testes em animais que vivem nas imediações de onde estiveram os dois cachorros doentes. “Todos os exames realizados tiveram resultados negativos para Leishmaniose. Não houve mais nenhum caso registrado, nem em animais e nenhum caso em humanos”, concluiu.

Fonte: O Regional


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