Lou de Olivier

Exploração de animais em experimentos científicos

Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido,...

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03/02/2016 às 23:40
Por Redação

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Em meados da década de noventa, especificamente em 1995, iniciei minhas publicações oficiais em jornais impressos (de bairro) e, na sequência, em jornais eletrônicos no Brasil, Portugal e Reino Unido, neste último, em uma revista impressa UK Brazil. Nesta época eu comecei a divulgar tudo que já havia descoberto em relação aos distúrbios de aprendizagem, comportamento e também artigos polêmicos, sendo um deles “A verdade da Pesquisa Científica” que relatava como é, de fato, o procedimento e os caminhos dessas pesquisas. E porque não podem ser citadas como totalmente confiáveis, até porque não abrangem toda a população mundial ao mesmo tempo e não podem ser consideradas ideais para todos.

Nestes anos todos tenho publicado inúmeros artigos e dossiês e sempre que penso que já publiquei tudo e já está tudo esclarecido, surge uma nova experiência como a que foi relatada em recente artigo sobre indução de macacos ao Autismo para fins de pesquisa e, nestes momentos, percebo que muito ainda há a se publicar e esclarecer.

Na essência, o que precisa ser frisado é que os animais tem cérebros diferentes dos humanos, suas peles, órgãos, tudo nos animais é diferente dos humanos, (não são outra espécie, são outra RAÇA). Isso provoca uma reação diferente dos humanos…

Se nos aprofundarmos, perceberemos que muitos dos medicamentos que estão em uso hoje foram descobertos na natureza e só depois disso foram testados em animais mas já eram usados por pessoas consideradas leigas. Isso torna o teste inútil pois já se sabia o resultado em humanos, restaria apenas industrializar o que nossas tataravós descobriram de forma natural. Além disso, muitos destes medicamentos são variações de drogas já existentes (que já foram testadas e não necessitam de novos testes), outras falharam em testes com animais mas foram eficazes com humanos. Há casos de drogas que causam muitos efeitos colaterais em animais mas são inofensivas aos humanos e vice-versa. Há casos de medicamentos que foram testados em animais e produziram efeito para um tipo de doença mas, ao serem utilizados por humanos, causaram efeitos colaterais ou se mostraram eficazes para outros distúrbios/doenças. Isso ocorre na cosmética também. Com isso os próprios humanos servem como “cobaias” já que a descoberta vem depois que o medicamento já está no mercado, sendo utilizado pelos humanos.

Por ocasião da publicação do meu quarto livro “Verdades que ninguém publicou” em 2003, recebi, de laboratórios, muitas pesquisas que estavam em andamento para servirem como base ao meu livro e notei em algumas pesquisas a média “aplicada a três camundongos, um teve choque anafilático mas foi ressuscitado, outro ficou bem sem reações, o terceiro sofreu óbito, então o medicamento tinha aprovação”… ATENÇÃO: Esta afirmação tem intenção de ser apenas alerta, não quero aqui acusar nenhum laboratório nem causar polêmica, apenas já passou da hora de termos clareza em relação aos testes e medicamentos para a libertação animal e também para o bem estar dos humanos que necessitam de curas e não de paliativos nem placebos.

O médico americano Ray Greek, fundador da Americans For Medical Advancement (AFMA), afirma que “Essas drogas deveriam ser testadas em computadores, depois em tecido humano e daí sim, em seres humanos. Empresas farmacêuticas já admitiram que essa será a forma de testar remédios no futuro”.

Eu, porém, vou muito mais além, afirmo com certeza que a solução está na prevenção e a alimentação tem papel fundamental nesta prevenção. Já publiquei artigo sobre o médico judeu Dr. Max Gerson, que revolucionou o “mercado” ao anunciar cura de diversas doenças, incluindo o câncer com o tratamento proposto que incluia alimentação vegana estrita. Obviamente outros procedimentos eram exigidos mas a alimentação vegana era a base. Este médico foi bastante perseguido nos Estados Unidos e acabou tendo uma única clínica no México. É um tema extenso, indicarei complementação de leitura no final deste artigo.

São muitos os artigos acadêmicos que associam o consumo de carne a diversas enfermidades, as principais são toxoplasmose causada por carne mal passada ou crua, neurocisticercose por ingestão de carne de porco ou boi hospedeiro, o consumo de carne vermelha relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal e outros tantos artigos oficiais. São muitos também os estudos que mostram “curas” em pacientes utilizando “efeito placebo”, (comprimidos inertes que são ingeridos imaginando que sejam medicamentos ativos, ou pode ser também uma cirugia simulada em que o paciente imagina-se sendo operado de verdade, ai se encontra a “cura psicológica” do paciente) Para ter acesso a estes estudos basta uma consulta ao Google Acadêmico ou, como conhecemos nos bastidores da saúde, “Doutor Google”. Consultá-lo não torna ninguém expert no tema mas, sem dúvida, torna a pessoa mais atenta, informada e apta a julgar o que é correto ou não para sua saúde e para o meio ambiente como um todo. E, concluindo este raciocínio, há uma grande distância entre o que se comenta nos hospitais e aulas e o que se publica oficialmente em pesquisas científicas, há uma grande distância entre as publicações especializadas feitas por profissionais que pesquisam e testam em laboratórios e as consideradas “extraoficiais” elaboradas por profissionais que atendem diariamente aos pacientes. Esta discrepância eu percebi desde criança lendo os livros de (Medicina e Enfermagem) dos meus pais e analisando as cenas que via constantemente em hospitais. E senti na pele na adolescência quando fui desenganada pela Medicina e notei que o que se lia nos livros, especialmente os alemães, nada tinha em comum com o que se falava em consultórios ou se publicava em outros idiomas, Por isso, hoje, posso afirmar com tanta convicção tudo que afirmo, porque nunca fiquei apenas pesquisando, eu vivenciei e vivencio tudo o que pesquiso e publico. Este também é um tema bastante complexo, indicarei complementações ao final.

Para não tornar este artigo muito extenso, finalizarei com duas ramificações que julgo essênciais ao entendimento deste artigo. Primeiro induzir animais, mais precisamente macacos ao Autismo para efeito de pesquisas, significa um retrocesso por dois motivos, primeiro porque, por mais que se julgue o macaco semelhante ao ser humano, há diferenças gritantes e, como já foi dito, muitos dos resultados com animais não se repetem com humanos, os efeitos colaterais são outros também e este testar não leva a nada. Segundo porque há muito tempo já se sabe que o Autismo varia de grau leve a extremamente grave, compromentendo o desenvolvimento da fala e do cognitivo. Tanto que em 1944, o Médico alemão Hans Asperger descreveu uma síndrome que passou a ter seu sobrenome citando indivíduos que tinham traços do Autismo mas não tinham atraso na fala e cognitivo, considerando cognitivo como aquisição de aprendizagem, conhecimento. Alguém pode calcular como podem ser estudados macacos que, normalmente, não falam? A variação citada por Asperger será estudada de que forma? E se o normal dos macacos já é não falar, como se poderá provar que estão “autistas” ou apenas exercendo sua natureza que é não expressar um idioma? E como analisarão a tríade própria do Autismo, sendo o verbal tão importante? Frisando que macacos não falam, como analisar a perda (ou não desenvolvimento) do que nunca tiveram?

Eu poderia escrever mais umas dez paginas e não esgotaria o tema. Parece-me uma piada tornar um macaco autista para estudar um humano autista. Em todas as minhas pesquisas nesses anos todos eu atendia gratuitamente a população e eles assinavam um termo autorizando eu publicar os resultados desde que os mantivesse anônimos. Esta é a forma mais correta e inteligente de pesquisar, atender gratuitamente pessoas doentes, curá-las ou, ao menos, controlar seus distúrbios e publicar resultados. Foi assim que publiquei todos os meus livros baseando-me em minhas próprias experiencias e em atendimentos aos pacientes. Quando há, de fato, vontade de encontrar respostas e curas, atende-se quem já está doente e chega-se ao tratamento ideal e não se cogita “adoecer” seres saudáveis para estudar o que, por sinal, já foi descoberto há muito tempo.

Para saber mais sobre alimentação como melhoria da qualidade de vida, acessem.
Para saber mais sobre Autismo e outras pesquisas minhas, acessem.
Outros temas, vídeos, artigos, etc, acessem.

Lou de Olivier – Multiterapeuta, Psicopedagoga, Psicoterapeuta, Especialista em Medicina Comportamental, Bacharel em Artes Cênicas e Artes Visuais. Detectora e Defensora do Distúrbio da Dislexia Adquirida/ Acquired Dyslexia, Precursora da Multiterapia e Criadora do Método Terapia do Equilíbrio Total/Universal. É também Dramaturga e Escritora (vários gêneros), autora de dez livros didáticos, dois contendo romances, uma trilogia, mais de 700 poesias publicadas e tendo duas de suas dezesseis peças teatrais já encenadas em todo o Brasil e em Portugal. Lou de Olivier é vegana, ativista socio-ambiental/animal e segue a filantropia anônima e desvinculada de política ou religião implantada por seus pais há quase oitenta anos.

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