Concurso

Estudantes da USP iniciam aprendizado em cirurgia veterinária sem usar animais vivos

Divulgação
Divulgação

Um dos métodos pedagógicos da Profª. Drª. Julia Maria Matera inclui o uso de cadáveres preservados e até o desenvolvimento de uma técnica inovadora, em que sangue artificial é bombeado em cadáveres preservados.

Isso permite que os alunos aprendam como conter hemorragias, por exemplo, sem precisar matar ou causar sofrimento desnecessário a animais vivos.

Por combinar esta e outras técnicas inovadoras em suas aulas, a professora da Universidade de São Paulo venceu o 1º lugar do concurso de métodos substitutivos da World Animal Protection.

FAÇA PARTE DO #DiaDeDoarAgora EM 5 DE MAIO

O seu projeto “Praticando a Técnica Cirúrgica de A à Z: diérese, hemostasia e síntese em cadáveres preservados” será publicado e divulgado junto aos vencedores do 2º e 3º lugar, em toda América Latina.

O que são métodos humanitários?

Frequentemente, nos cursos de medicina veterinária e zootecnia, o uso de animais em sala é feito de forma prejudicial. Isto significa que milhares de animais são submetidos a algum tipo de dor, estresse físico e/ou psicológico, privados de suas funções biológicas ou mesmo mortos para fins didáticos.

Os métodos humanitários são alternativas educacionais que não prejudicam os animais. Entre elas estão os simuladores (realidade virtual), manequins, impressoras 3D, vídeos de treinamento cirúrgico, técnicas de pintura corporal e uso de cadáveres de origem ética.

Fonte: World Animal Protection

1 COMENTÁRIO

  1. Estudantes também são vítimas exploradas porque submetidas à uma lavagem cerebral que as desconecta com os reais valores de sua infância, treinando insensibilidade à dor alheia para praticarem desamor e descompaixão no futuro com o diploma nas mãos e um solene doutor antes do nome. Já é tempo de parar com isso, animais não suportam mais e nem nós.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui