Presidente da Comissão da OAB pede “cautela” em relação ao caso dos cães enforcados em Maceió


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Divulgação

Em entrevista ao Manhã da Globo – da Rádio Globo Maceió AM 710 – a presidente da Comissão de Bem Estar Animal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL), Rosana Jambo, solicitou “cautela da população” durante a apuração dos fatos em relação os cães mortos que foram pendurados nas árvores do canteiro da Avenida Durval de Góes Monteiro.

Rosana Jambo lembrou que existem várias versões sobre o fato. Dentre elas, a de um senhor (cuja identidade será preservada) que teria tocado fogo e pendurado os cães na árvore. A outra versão é de que os três cachorros teriam sido atropelados na avenida e foram pendurados nas árvores em sinal de protesto.

O caso tem gerado revolta nas redes sociais. As fotografias dos cães pendurados já se espalharam em grupos de WhatsApp e outras redes. Conforme Rosana Jambo, esta comoção precisa ser vista com cuidado para não acarretar em injustiças na apuração da autoria dos fatos.

Por conta disto, a Comissão da OAB deve solicitar ao Ministério Público Estadual e às autoridades policiais que consigam as imagens das câmeras de vigilância do local, para que se dê início às apurações. “Eu recebi a informação ontem (14) a noite de que estes animais foram pendurados nas árvores. Fui informada por um promotor, mas em momento algum se falou que os animais foram enforcados ou queimados, mas que estavam pendurados no local”.

Jambo salientou que não se pode acusar ninguém. “Um senhor estava no local, mas muito nervoso. Em momento algum foi visto que ele ateou fogo nos cães. Os relatos afirmam que os cachorros estavam em avançado estado e decomposição. Há uma versão de que pode ter sido sinal de protesto. Não acredito que tenha sido. Se foi um protesto, para mim é sinal de perversidade”.

A presidente da Comissão diz ainda que o momento é de “apuração”. “Precisamos de cautela e serenidade para buscar ajuda e fazer as investigações. Precisamos seguir dentro da legalidade. E assim evitar linchamento na internet”. Para ela, não se pode descartar qualquer linha.

“No local existem usuários de drogas. Temos que pensar em todas as possibilidades para não incriminar ninguém. Buscar os responsáveis da maneira correta para não cometer outro crime”. Na manhã de hoje (15), a OAB se reuniu com o Ministério Público. “Vamos entrar em contato com autoridades policiais para saber se houve registro dos fatos e tomar as providências daqui por diante”, finalizou.

Fonte: Cada Minuto


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