São paulo

Suzano e Mogi registram aumento no número de cães e gatos abandonados

As ONGs de Mogi das Cruzes e Suzano que acolhem cães e gatos notaram um aumento na quantidade de animais abandonados neste mês de janeiro. A explicação é que muitas...

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05/01/2016 às 23:00
Por Redação

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Reprodução

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As ONGs de Mogi das Cruzes e Suzano que acolhem cães e gatos notaram um aumento na quantidade de animais abandonados neste mês de janeiro. A explicação é que muitas famílias aproveitam as férias para viajar e deixam os animais fora de casa.

Paola Damiani é voluntária em uma ONG e resgatou dois cachorros na região central de Suzano. “A ONG divulga nas redes sociais os animais com fotos para procurar os tutores. Quando ele chegou, ele era muito estressado, não parava quieto. Eles são bem parceiros e não ia ter como separá-los. Eles comem na mesma vasilha, correm juntos e estão sempre juntos. Um iria sentir muita falta do outro se ficassem separados.”

Quase 60 cães e gatos estão à espera de um lar em Suzano. O presidente da ONG PAS, Lisandro Frederico, diz que o abandono aumenta cerca de 50% neste período. “Duas características nas situações de abandono são as pessoas que pegam o cachorro, colocam dentro do carro e soltam em um lugar longe que dificulta o seu retorno para casa. Outra muito comum, que é ilegal, é soltar o animal na frente de ONGs ou na casa de pessoas independentes que acolhem os animais.”

Em Mogi das Cruzes, o Grupo Fera está com 36 cães e 56 gatos disponíveis para a adoção. Fernanda Moreno, presidente da ONG, conta, por exemplo, que uma cachorra foi encontrada antes do Natal. “É uma bebê de três meses. Ela chegou com muita fome e muita sede e na rua ela já teria morrido, com certeza.”

O grupo costuma fazer um trabalho de conscientização sobre o abandono. “Nesse período o ideal é buscar um parente ou um vizinho para cuidar do animal, ou então, procurar um hotel”, conta a vice-presidente da ONG, Renata Falque.

Para adotar os animais acolhidos pela ONG Adote Já, de Mogi, é preciso ter mais que 21 anos. A presidente da ONG, Karina Harvey, diz que é preciso também fazer uma triagem. “A gente vai bater um papo para ver se a pessoa que está adotando tem o perfil do animal. Não é só a pessoa querer, é preciso ter uma combinação. Nós fazemos também um termo de adoção responsável e a ONG faz um acompanhamento. Ao longo de dois anos fazemos algumas ligações ou podemos ir visitar, de surpresa, ou em visitas avisadas com antecedência.

Fonte: G1

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